Publico.pt

29-08-2002
marcar artigo

As críticas do PS ao diploma do PP, PSD e PCP que pretende legalizar os touros de morte em Barrancos foram brindadas no debate parlamentar desta manhã com acusações vindas das bancadas dos autores do projecto de lei, que classificaram a postura dos socialistas como incoerente.

Na bancada do PS - que apenas concedeu liberdade de voto a cinco deputados -, Vitalino Canas acusou o Governo de "ter medo de fazer cumprir a lei em Barrancos", sublinhando que os socialistas continuam a defender o regime de contra-ordenações caso sejam mortos touros em espectáculos.

Vitalino Canas foi acompanhado pelo Partido Ecologista "Os Verdes" e pelo Bloco de Esquerda nas críticas, com a deputada Isabel de Castro a recusar "a sacralização das tradições" e Luís Fazenda a sustentar que as práticas sacrificiais com animais "são inaceitáveis", representando "um retrocesso civilizacional".

Manuel Alegre contrariou a posição defendida pela sua bancada, manifestando-se a favor do "direito de identidade" e do "respeito pelas tradições do povo de Barrancos".

Em defesa do projecto em discussão, o presidente do grupo parlamentar do CDS-PP, Telmo Correia, insurgiu-se contra a disciplina de voto na bancada do PS e Rodeia Machado, do PCP, lembrou que o regime em vigor aprovado pelo anterior Governo socialista, com a aplicação de contra-ordenações, "revelou-se desajustado à especificidade das festas de Barrancos".

.

.

As críticas do PS ao diploma do PP, PSD e PCP que pretende legalizar os touros de morte em Barrancos foram brindadas no debate parlamentar desta manhã com acusações vindas das bancadas dos autores do projecto de lei, que classificaram a postura dos socialistas como incoerente.

Na bancada do PS - que apenas concedeu liberdade de voto a cinco deputados -, Vitalino Canas acusou o Governo de "ter medo de fazer cumprir a lei em Barrancos", sublinhando que os socialistas continuam a defender o regime de contra-ordenações caso sejam mortos touros em espectáculos.

Vitalino Canas foi acompanhado pelo Partido Ecologista "Os Verdes" e pelo Bloco de Esquerda nas críticas, com a deputada Isabel de Castro a recusar "a sacralização das tradições" e Luís Fazenda a sustentar que as práticas sacrificiais com animais "são inaceitáveis", representando "um retrocesso civilizacional".

Manuel Alegre contrariou a posição defendida pela sua bancada, manifestando-se a favor do "direito de identidade" e do "respeito pelas tradições do povo de Barrancos".

Em defesa do projecto em discussão, o presidente do grupo parlamentar do CDS-PP, Telmo Correia, insurgiu-se contra a disciplina de voto na bancada do PS e Rodeia Machado, do PCP, lembrou que o regime em vigor aprovado pelo anterior Governo socialista, com a aplicação de contra-ordenações, "revelou-se desajustado à especificidade das festas de Barrancos".

.

.

marcar artigo