Mais de um milhão de pessoas estão hoje a manifestar-se em França, Dia Mundial do Trabalhador, contra a subida da extrema-direita na Europa, segundo o ministério do Interior francês. Só em Paris, estão na rua cerca de 250 mil pessoas.
Para evitar eventuais confrontos entre os adversários e partidários de Le Pen, as autoridades dispuseram cerca de 3500 polícias e seguranças apoiados por dois helicópteros e 330 cameras.
Bélgica, Alemanha e Itália
Na Bélgica, o primeiro de Maio foi também ocasião para condenar a extrema-direita com milhares de pessoas nas ruas. Na Alemanha os festejos foram também pacíficos.
Cerca de 500 mil pessoas desfilaram hoje de forma ordeira em Berlim.
Os sindicatos italianos reuniram cerca de 80 mil pessoas em Bolonha que para além de reivindicarem os direitos do trabalhador, apelaram também ao fim do terrorismo.
Londres e Espanha
Vários milhares de pessoas desfilaram no centro Londres, onde seis mil polícias estavam mobilizados para prevenir a repetição dos incidentes violentos que marcaram os anos precedentes do primeiro de Maio.
Em Espanha, mais de cem mil pessoas protestaram contra o projecto de reforma governamental do subsídio de desemprego, com 70 mil pessoas em Barcelona e o mesmo número em Madrid.
Rússia, Ucrânia, Bulgária e Roménia
Na Rússia, várias dezenas de milhar de pessoas reclamam um aumento dos salários e a demissão dos responsáveis pela economia.
Em Kiev, na Ucrânia, duas mil pessoas denunciaram a política do presidente Léonid Koutchma. Na Croácia, cerca de três mil pessoas desfilaram em Zagreb contra as reformas do direito do trabalho previstas pelo governo e o patronato.
Na Bulgária cerca de cinco mil pessoas reclamaram medidas contra a pobreza. Em Bucareste o presidente romeno Ion Iliescu apelou à solidariedade social e à abertura em direcção à integração da Roménia na União Europeia e na NATO.
Cuba
Também em Cuba mais de um milhão de pessoas concentraram-se hoje em Havana, na Praça da Revolução, para celebrar o primeiro de Maio, no que o presidente cubano, Fidel Castro chamou «a maior mobilização da história da revolução cubana».
«É a mobilização popular mais importante alguma vez realizada em Cuba desde o triunfo da Revolução», em 1959. disse Fidel Castro.
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Mais de um milhão de pessoas estão hoje a manifestar-se em França, Dia Mundial do Trabalhador, contra a subida da extrema-direita na Europa, segundo o ministério do Interior francês. Só em Paris, estão na rua cerca de 250 mil pessoas.
Para evitar eventuais confrontos entre os adversários e partidários de Le Pen, as autoridades dispuseram cerca de 3500 polícias e seguranças apoiados por dois helicópteros e 330 cameras.
Bélgica, Alemanha e Itália
Na Bélgica, o primeiro de Maio foi também ocasião para condenar a extrema-direita com milhares de pessoas nas ruas. Na Alemanha os festejos foram também pacíficos.
Cerca de 500 mil pessoas desfilaram hoje de forma ordeira em Berlim.
Os sindicatos italianos reuniram cerca de 80 mil pessoas em Bolonha que para além de reivindicarem os direitos do trabalhador, apelaram também ao fim do terrorismo.
Londres e Espanha
Vários milhares de pessoas desfilaram no centro Londres, onde seis mil polícias estavam mobilizados para prevenir a repetição dos incidentes violentos que marcaram os anos precedentes do primeiro de Maio.
Em Espanha, mais de cem mil pessoas protestaram contra o projecto de reforma governamental do subsídio de desemprego, com 70 mil pessoas em Barcelona e o mesmo número em Madrid.
Rússia, Ucrânia, Bulgária e Roménia
Na Rússia, várias dezenas de milhar de pessoas reclamam um aumento dos salários e a demissão dos responsáveis pela economia.
Em Kiev, na Ucrânia, duas mil pessoas denunciaram a política do presidente Léonid Koutchma. Na Croácia, cerca de três mil pessoas desfilaram em Zagreb contra as reformas do direito do trabalho previstas pelo governo e o patronato.
Na Bulgária cerca de cinco mil pessoas reclamaram medidas contra a pobreza. Em Bucareste o presidente romeno Ion Iliescu apelou à solidariedade social e à abertura em direcção à integração da Roménia na União Europeia e na NATO.
Cuba
Também em Cuba mais de um milhão de pessoas concentraram-se hoje em Havana, na Praça da Revolução, para celebrar o primeiro de Maio, no que o presidente cubano, Fidel Castro chamou «a maior mobilização da história da revolução cubana».
«É a mobilização popular mais importante alguma vez realizada em Cuba desde o triunfo da Revolução», em 1959. disse Fidel Castro.