Governador Civil de Évora desdramatiza assaltos a montes no Alentejo

05-06-2004
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Governador Civil de Évora Desdramatiza Assaltos a Montes no Alentejo

Quarta-feira, 21 de Abril de 2004

O Governador Civil de Évora, Luís Capoulas, desdramatizou ontem a série de assaltos perpetrados na primeira quinzena deste mês em montes isolados no Alentejo, afirmando ser um fenómeno sazonal e sem motivo para alarme social. Nas primeiras duas semanas de Abril, as autoridades registaram dez assaltos a casas isoladas no distrito de Évora, embora sem a violência dos ocorridos em anos anteriores no Alentejo.

Em declarações à Lusa, no decorrer de uma acção de sensibilização para a segurança rodoviária com crianças da cidade, o Governador Civil de Évora disse que "a situação está controlada", não havendo registo de mais assaltos. Luís Capoulas relacionou a série de assaltos ocorridos em montes a "um tipo de criminalidade ambulante não violenta", que normalmente ocorre junto das grandes vias de comunicação, como a auto-estrada 6.

Manifestando a opinião de que se trata de um fenómeno sazonal e conjuntural, Luís Capoulas garantiu que a série de assaltos "não constitui motivo de alarme social".

"Évora é um distrito razoavelmente tranquilo", assegurou o representante do Governo, indicando que se tem registado apenas um "pequeno agravamento da criminalidade ligeira".

A GNR registou na primeira quinzena de Abril cerca de dez furtos, sobretudo de dinheiro e ouro, perpetrados em casas isoladas e na ausência dos moradores, em vários pontos do distrito de Évora.

"É um quadro muito diferente do ocorrido há meia dúzia de anos, em que os assaltos a montes isolados nas zonas rurais no Alentejo e Algarve envolviam violência sobre as vítimas, a maioria idosas", explicou à Lusa fonte da GNR. "Desta vez, os furtos são praticados de dia, quase sempre após o almoço e na ausência dos moradores, alguns a trabalhar", explicou a fonte, lembrando que os anteriores assaltos ocorridos em montes incidiam em casas habitadas por idosos e durante a noite. A fonte avançou ainda a suspeita das autoridades de que os cerca de dez furtos tenham sido praticados pelos mesmos autores.

Em Novembro de 2002, o Tribunal de Évora condenou a penas de prisão, entre os cinco anos e meio e 16 anos, cinco dos seis homens detidos pela Polícia Judiciária e acusados de assaltos em zonas rurais do Alentejo e Algarve, entre 1999 e 2001.

Governador Civil de Évora Desdramatiza Assaltos a Montes no Alentejo

Quarta-feira, 21 de Abril de 2004

O Governador Civil de Évora, Luís Capoulas, desdramatizou ontem a série de assaltos perpetrados na primeira quinzena deste mês em montes isolados no Alentejo, afirmando ser um fenómeno sazonal e sem motivo para alarme social. Nas primeiras duas semanas de Abril, as autoridades registaram dez assaltos a casas isoladas no distrito de Évora, embora sem a violência dos ocorridos em anos anteriores no Alentejo.

Em declarações à Lusa, no decorrer de uma acção de sensibilização para a segurança rodoviária com crianças da cidade, o Governador Civil de Évora disse que "a situação está controlada", não havendo registo de mais assaltos. Luís Capoulas relacionou a série de assaltos ocorridos em montes a "um tipo de criminalidade ambulante não violenta", que normalmente ocorre junto das grandes vias de comunicação, como a auto-estrada 6.

Manifestando a opinião de que se trata de um fenómeno sazonal e conjuntural, Luís Capoulas garantiu que a série de assaltos "não constitui motivo de alarme social".

"Évora é um distrito razoavelmente tranquilo", assegurou o representante do Governo, indicando que se tem registado apenas um "pequeno agravamento da criminalidade ligeira".

A GNR registou na primeira quinzena de Abril cerca de dez furtos, sobretudo de dinheiro e ouro, perpetrados em casas isoladas e na ausência dos moradores, em vários pontos do distrito de Évora.

"É um quadro muito diferente do ocorrido há meia dúzia de anos, em que os assaltos a montes isolados nas zonas rurais no Alentejo e Algarve envolviam violência sobre as vítimas, a maioria idosas", explicou à Lusa fonte da GNR. "Desta vez, os furtos são praticados de dia, quase sempre após o almoço e na ausência dos moradores, alguns a trabalhar", explicou a fonte, lembrando que os anteriores assaltos ocorridos em montes incidiam em casas habitadas por idosos e durante a noite. A fonte avançou ainda a suspeita das autoridades de que os cerca de dez furtos tenham sido praticados pelos mesmos autores.

Em Novembro de 2002, o Tribunal de Évora condenou a penas de prisão, entre os cinco anos e meio e 16 anos, cinco dos seis homens detidos pela Polícia Judiciária e acusados de assaltos em zonas rurais do Alentejo e Algarve, entre 1999 e 2001.

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