EXPRESSO: Vidas

17-05-2002
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GENTE

Lançamento — Ontem, no Centro Cultural de Belém, pelas Publicações Dom Quixote, do novo romance de Rita Ferro, intitulado «A Menina Dança?», assim como das novas edições da sua obra com «design» deHenrique Cayatte. A apresentação do romance, feita porHelena Sacadura Cabral, foi precedida de uma conferência de imprensa do editor,Nelson de Matos, e de Rita Ferro.

Notícia — Recebida de Díli de que os funcionários que a partir da terça-feira passada não desligarem o computador, a luz e o ar condicionado no Ministério dos Negócios Estrangeiros de Timor-Leste antes de irem para casa correm o risco de perder mais da metade do ordenado. O ministro José Ramos-Horta, que decidiu aplicar as sanções, explicou num comunicado que as multas podem ir «até 100 dólares (110 euros) por gabinete», mais que o ordenado mensal de alguns funcionários e mais de metade do vencimento dos quadros superiores. Além da multa, quem não cumprir a directriz terá de aguentar uma semana sem ar condicionado. «Este desperdício de energia num país com tão pouco é inaceitável», argumentou o ministro.

Anúncio — Feito por Matt Groening, criador do programa de animação «Os Simpson», de que o grupo de rock britânico Rolling Stones, liderado por Mick Jagger, vai participar no próximo capítulo da série televisiva norte-americana. Groening revelou também que, além dos Rolling Stones, outros veteranos da cena musical, como Tom Petty, Elvis Costello, Brian Setzer e Lenny Kravitz, vão participar neste programa. Os músicos irão animar a cidade de Springfield, o local onde vive a família Simpson.

Início — Na terça-feira passada, do julgamento de um membro da família Kennedy, Michael Skakel, acusado do assassínio com um taco de golfe de uma adolescente, Martha Moxely, uma vizinha sua, quando ele tinha 15 anos. O caso foi reaberto na sequência de testemunhos de antigos amigos de Skakel — que na época se declarou inocente —, que asseguram que este lhes confessou ser o culpado, mas que estava convencido de que conseguiria ser absolvido por pertencer ao clã Kennedy.

Durão Barroso «derruba» pontes RUI OCHÔA O PSD e o seu líder, Durão Barroso, comprometeram-se a que este compareça no Parlamento uma vez por mês, para debater a situação do país com os partidos da oposição. A promessa é igual à que tinha feito em seu tempo António Guterres - e que depois raramente foi cumprida. Quanto a Barroso, pelo menos este mês o debate já está assegurado. Por sua própria sugestão, o debate foi marcado para dia 31, uma sexta-feira. O PSD e o seu líder, Durão Barroso, comprometeram-se a que este compareça no Parlamento uma vez por mês, para debater a situação do país com os partidos da oposição. A promessa é igual à que tinha feito em seu tempo António Guterres - e que depois raramente foi cumprida. Quanto a Barroso, pelo menos este mês o debate já está assegurado. Por sua própria sugestão, o debate foi marcado para dia 31, uma sexta-feira. Nem de propósito, trata-se do dia a seguir a um feriado nacional religioso (quinta-feira, 30 de Maio) e, portanto, propício a que mais uma vez muitos aproveitem para fazer «ponte» e gozar quatro dias de férias. Entre os deputados sociais-democratas, comentava-se ironicamente: «Mais uma ponte que caiu...»

«Tralha» guterrista JORGE SIMÃO Passou-se tudo em plena semana de mudanças de gabinetes entre os deputados, na Assembleia da República. As portas da sala abriram-se e os carregadores começaram a trazer os móveis para o corredor: um grande armário, logo a seguir uma mesa e várias cadeiras, tudo etiquetado com a referência «PS». No corredor, cheio de deputados do PSD, a exclamação trocista foi inevitável: «Olha a tralha guterrista!» De facto, a ocasião era mesmo para empregar aquela expressão, usada há uns tempos por Vicente Jorge Silva, deputado do PS, quando se referiu à necessidade de o partido fazer uma reflexão sobre o seu passado e o que pretende para o futuro. Aliás, em matéria de contributos, Vicente teve mais um, na semana passada. Quando o grupo parlamentar do PS discutiu a sua proposta de reforma da lei eleitoral e defendeu a criação dos chamados «círculos parciais», Vicente lembrou que a expressão era de difícil compreensão para as pessoas - pelo que os círculos rapidamente foram rebaptizados de «distritais». Valha-nos a experiência de um jornalista e ex-director de jornais. Passou-se tudo em plena semana de mudanças de gabinetes entre os deputados, na Assembleia da República. As portas da sala abriram-se e os carregadores começaram a trazer os móveis para o corredor: um grande armário, logo a seguir uma mesa e várias cadeiras, tudo etiquetado com a referência «PS». No corredor, cheio de deputados do PSD, a exclamação trocista foi inevitável:De facto, a ocasião era mesmo para empregar aquela expressão, usada há uns tempos por Vicente Jorge Silva, deputado do PS, quando se referiu à necessidade de o partido fazer uma reflexão sobre o seu passado e o que pretende para o futuro. Aliás, em matéria de contributos, Vicente teve mais um, na semana passada. Quando o grupo parlamentar do PS discutiu a sua proposta de reforma da lei eleitoral e defendeu a criação dos chamados «círculos parciais», Vicente lembrou que a expressão era de difícil compreensão para as pessoas - pelo que os círculos rapidamente foram rebaptizados de «distritais». Valha-nos a experiência de um jornalista e ex-director de jornais.

Eles querem tudo, eles querem tudo! JORGE SIMÃO Em pleno 1º de Maio, os TSD (Trabalhadores Sociais-Democratas) realizaram o tradicional almoço comemorativo do Dia do Trabalhador, nas instalações da antiga FIL. Ao lado do líder dos TSD, Arménio Santos, lá estiveram Durão Barroso, Pedro Santana Lopes e Manuela Ferreira Leite. Na hora dos discursos, o apresentador de serviço anunciou: «Senhoras e senhores, o líder da UGT, Arménio Santos!» Depois de ter ganho as eleições autárquicas e as legislativas, até parecia que o PSD agora já tinha uma central sindical! Mas não, tudo não passou de uma gafe do apresentador, o assessor de imprensa do PSD José Mendonça (ou Zeca Mendonça, como é mais conhecido -, à direita na foto, com Arménio Santos). No dia a seguir, nos corredores do Parlamento, Arménio Santos não o «poupou»: «Então decidiste promover-me?» Desculpando-se, Zeca lá teve de explicar que odeia desempenhar o papel de apresentador e que fica bastante nervoso nessas situações. Em pleno 1º de Maio, os TSD (Trabalhadores Sociais-Democratas) realizaram o tradicional almoço comemorativo do Dia do Trabalhador, nas instalações da antiga FIL. Ao lado do líder dos TSD, Arménio Santos, lá estiveram Durão Barroso, Pedro Santana Lopes e Manuela Ferreira Leite. Na hora dos discursos, o apresentador de serviço anunciou:Depois de ter ganho as eleições autárquicas e as legislativas, até parecia que o PSD agora já tinha uma central sindical! Mas não, tudo não passou de uma gafe do apresentador, o assessor de imprensa do PSD José Mendonça (ou Zeca Mendonça, como é mais conhecido -, à direita na foto, com Arménio Santos). No dia a seguir, nos corredores do Parlamento, Arménio Santos não o «poupou»:Desculpando-se, Zeca lá teve de explicar que odeia desempenhar o papel de apresentador e que fica bastante nervoso nessas situações.

Um desafio socrático Há quem diga que Ferro Rodrigues pode «oxidar» no poder e que a sua passagem pela liderança do Partido Socialista se destina apenas à travessia do deserto. Talvez por isso José Sócrates vai-se mantendo activo e desdobrando em contactos diversos. Na semana passada, no restaurante Mezza Luna, um local «in» de Lisboa, ele jantava com Vicente Jorge Silva e José Lello (curiosamente um antitralha guterrista e um tralha guterrista) perante o olhar complacente (desconfiado?) de Sérgio Sousa Pinto. Com a entrada de Emídio Rangel e Margarida Marante, o ex-ministro mudou de ambiente (leia-se, de comparsas) e teve uma longa conversa a que GENTE, apesar das orelhas atentas, não teve acesso. Preparando o futuro?

EXPRESSO premiado O EXPRESSO acaba de ganhar dois prémios de infografia da prestigiadíssima Society for News Design. Para os leitores menos familiarizados com o jornalismo, a infografia diz respeito à produção dos gráficos e desenhos que ilustram a informação. Os prémios, designados Malofiej, foram atribuídos na X edição do certame, que tem lugar na Universidade de Navarra. Os maiores jornais e revistas do mundo como «The New York Times», «Newsweek», «Fortune», «The Times», «Corriere della Sera», «El País», «ABC» ou «O Globo», participaram na competição. Na imagem reproduzimos parte de um dos trabalhos do EXPRESSO premiados, sobre a estética masculina.

Challenger's Trophy: novos desafios E de repente, da cúpula central do Centro Comercial Colombo, em Lisboa, um homem desceu do ar. Chegou pendurado numa corda metálica, qual Tarzan numa liana, e aterrou no palco de apresentação da nona edição do Challenger's Trophy, que este ano ruma a Tondela e decorre no fim-de-semana de 7, 8 e 9 de Junho. Para além do «homem voador», Pedro Vieira (na foto), o director da prova (e Tarzan nas horas vagas), contou ainda com dois ajudantes - o pano de fundo era completado por um rapaz e uma rapariga, suspensos por cordas de cada lado da cúpula, a pedalar uma bicicleta e a «pagaiar» a sua canoa insuflável. Pretendia-se com isto chamar a atenção para algumas novidades no Challenger's deste ano. A prova, vocacionada para o segmento empresarial e para uma população de quadros e gestores, passa agora a contar com equipas de cinco elementos, que vão ser misturadas entre si para permitir uma boa «net communication» - por outras palavras, é também uma oportunidade informal e divertida de alargar conhecimentos e estabelecer novos contactos. A estratégia, o espírito de equipa e a comunicação continuam a ser mais importantes que a destreza física, apesar de as provas (de canoagem, bicicleta de montanha, corrida e obstáculos, entre outras coisas) poderem ser fisicamente exigentes. No entanto, e porque a organização tem noção de que «a maioria dos participantes passa o seu dia em gabinetes», foram criados dois escalões: o «masters», para os mais atléticos, e o «classic», que deve contar com a adesão da maioria. Até agora, há mais de meia centena de equipas inscritas, mas a organização espera que o número duplique até ao mês que vem. E de repente, da cúpula central do Centro Comercial Colombo, em Lisboa, um homem desceu do ar. Chegou pendurado numa corda metálica, qual Tarzan numa liana, e aterrou no palco de apresentação da nona edição do Challenger's Trophy, que este ano ruma a Tondela e decorre no fim-de-semana de 7, 8 e 9 de Junho. Para além do «homem voador», Pedro Vieira (na foto), o director da prova (e Tarzan nas horas vagas), contou ainda com dois ajudantes - o pano de fundo era completado por um rapaz e uma rapariga, suspensos por cordas de cada lado da cúpula, a pedalar uma bicicleta e a «pagaiar» a sua canoa insuflável. Pretendia-se com isto chamar a atenção para algumas novidades no Challenger's deste ano. A prova, vocacionada para o segmento empresarial e para uma população de quadros e gestores, passa agora a contar com equipas de cinco elementos, que vão ser misturadas entre si para permitir uma boa «net communication» - por outras palavras, é também uma oportunidade informal e divertida de alargar conhecimentos e estabelecer novos contactos. A estratégia, o espírito de equipa e a comunicação continuam a ser mais importantes que a destreza física, apesar de as provas (de canoagem, bicicleta de montanha, corrida e obstáculos, entre outras coisas) poderem ser fisicamente exigentes. No entanto, e porque a organização tem noção de que, foram criados dois escalões: o «masters», para os mais atléticos, e o «classic», que deve contar com a adesão da maioria. Até agora, há mais de meia centena de equipas inscritas, mas a organização espera que o número duplique até ao mês que vem.

A volta dos panfletos clandestinos Terça-feira passada foi um dia agitado na Câmara do Porto. Era ver quem mais fotocopiava um documento apócrifo deixado nas casas de banho da autarquia. Consta que a autoria do dito vem dos lados do próprio PSD. «Rio, se votámos em ti foi para mudar as coisas e não para te queixares do 'padrinho' Pinto da Costa» - lê-se no panfleto que acusa o executivo social-democrata de «recuperar» funcionários «problemáticos». Os vereadores Paulo Morais e Ricardo Figueiredo são os principais visados no texto. O autor do documento onde constam os nomes dos «maus e más da fita» é um autodenominado Salvado Justo. A coisa promete!

GENTE

Lançamento — Ontem, no Centro Cultural de Belém, pelas Publicações Dom Quixote, do novo romance de Rita Ferro, intitulado «A Menina Dança?», assim como das novas edições da sua obra com «design» deHenrique Cayatte. A apresentação do romance, feita porHelena Sacadura Cabral, foi precedida de uma conferência de imprensa do editor,Nelson de Matos, e de Rita Ferro.

Notícia — Recebida de Díli de que os funcionários que a partir da terça-feira passada não desligarem o computador, a luz e o ar condicionado no Ministério dos Negócios Estrangeiros de Timor-Leste antes de irem para casa correm o risco de perder mais da metade do ordenado. O ministro José Ramos-Horta, que decidiu aplicar as sanções, explicou num comunicado que as multas podem ir «até 100 dólares (110 euros) por gabinete», mais que o ordenado mensal de alguns funcionários e mais de metade do vencimento dos quadros superiores. Além da multa, quem não cumprir a directriz terá de aguentar uma semana sem ar condicionado. «Este desperdício de energia num país com tão pouco é inaceitável», argumentou o ministro.

Anúncio — Feito por Matt Groening, criador do programa de animação «Os Simpson», de que o grupo de rock britânico Rolling Stones, liderado por Mick Jagger, vai participar no próximo capítulo da série televisiva norte-americana. Groening revelou também que, além dos Rolling Stones, outros veteranos da cena musical, como Tom Petty, Elvis Costello, Brian Setzer e Lenny Kravitz, vão participar neste programa. Os músicos irão animar a cidade de Springfield, o local onde vive a família Simpson.

Início — Na terça-feira passada, do julgamento de um membro da família Kennedy, Michael Skakel, acusado do assassínio com um taco de golfe de uma adolescente, Martha Moxely, uma vizinha sua, quando ele tinha 15 anos. O caso foi reaberto na sequência de testemunhos de antigos amigos de Skakel — que na época se declarou inocente —, que asseguram que este lhes confessou ser o culpado, mas que estava convencido de que conseguiria ser absolvido por pertencer ao clã Kennedy.

Durão Barroso «derruba» pontes RUI OCHÔA O PSD e o seu líder, Durão Barroso, comprometeram-se a que este compareça no Parlamento uma vez por mês, para debater a situação do país com os partidos da oposição. A promessa é igual à que tinha feito em seu tempo António Guterres - e que depois raramente foi cumprida. Quanto a Barroso, pelo menos este mês o debate já está assegurado. Por sua própria sugestão, o debate foi marcado para dia 31, uma sexta-feira. O PSD e o seu líder, Durão Barroso, comprometeram-se a que este compareça no Parlamento uma vez por mês, para debater a situação do país com os partidos da oposição. A promessa é igual à que tinha feito em seu tempo António Guterres - e que depois raramente foi cumprida. Quanto a Barroso, pelo menos este mês o debate já está assegurado. Por sua própria sugestão, o debate foi marcado para dia 31, uma sexta-feira. Nem de propósito, trata-se do dia a seguir a um feriado nacional religioso (quinta-feira, 30 de Maio) e, portanto, propício a que mais uma vez muitos aproveitem para fazer «ponte» e gozar quatro dias de férias. Entre os deputados sociais-democratas, comentava-se ironicamente: «Mais uma ponte que caiu...»

«Tralha» guterrista JORGE SIMÃO Passou-se tudo em plena semana de mudanças de gabinetes entre os deputados, na Assembleia da República. As portas da sala abriram-se e os carregadores começaram a trazer os móveis para o corredor: um grande armário, logo a seguir uma mesa e várias cadeiras, tudo etiquetado com a referência «PS». No corredor, cheio de deputados do PSD, a exclamação trocista foi inevitável: «Olha a tralha guterrista!» De facto, a ocasião era mesmo para empregar aquela expressão, usada há uns tempos por Vicente Jorge Silva, deputado do PS, quando se referiu à necessidade de o partido fazer uma reflexão sobre o seu passado e o que pretende para o futuro. Aliás, em matéria de contributos, Vicente teve mais um, na semana passada. Quando o grupo parlamentar do PS discutiu a sua proposta de reforma da lei eleitoral e defendeu a criação dos chamados «círculos parciais», Vicente lembrou que a expressão era de difícil compreensão para as pessoas - pelo que os círculos rapidamente foram rebaptizados de «distritais». Valha-nos a experiência de um jornalista e ex-director de jornais. Passou-se tudo em plena semana de mudanças de gabinetes entre os deputados, na Assembleia da República. As portas da sala abriram-se e os carregadores começaram a trazer os móveis para o corredor: um grande armário, logo a seguir uma mesa e várias cadeiras, tudo etiquetado com a referência «PS». No corredor, cheio de deputados do PSD, a exclamação trocista foi inevitável:De facto, a ocasião era mesmo para empregar aquela expressão, usada há uns tempos por Vicente Jorge Silva, deputado do PS, quando se referiu à necessidade de o partido fazer uma reflexão sobre o seu passado e o que pretende para o futuro. Aliás, em matéria de contributos, Vicente teve mais um, na semana passada. Quando o grupo parlamentar do PS discutiu a sua proposta de reforma da lei eleitoral e defendeu a criação dos chamados «círculos parciais», Vicente lembrou que a expressão era de difícil compreensão para as pessoas - pelo que os círculos rapidamente foram rebaptizados de «distritais». Valha-nos a experiência de um jornalista e ex-director de jornais.

Eles querem tudo, eles querem tudo! JORGE SIMÃO Em pleno 1º de Maio, os TSD (Trabalhadores Sociais-Democratas) realizaram o tradicional almoço comemorativo do Dia do Trabalhador, nas instalações da antiga FIL. Ao lado do líder dos TSD, Arménio Santos, lá estiveram Durão Barroso, Pedro Santana Lopes e Manuela Ferreira Leite. Na hora dos discursos, o apresentador de serviço anunciou: «Senhoras e senhores, o líder da UGT, Arménio Santos!» Depois de ter ganho as eleições autárquicas e as legislativas, até parecia que o PSD agora já tinha uma central sindical! Mas não, tudo não passou de uma gafe do apresentador, o assessor de imprensa do PSD José Mendonça (ou Zeca Mendonça, como é mais conhecido -, à direita na foto, com Arménio Santos). No dia a seguir, nos corredores do Parlamento, Arménio Santos não o «poupou»: «Então decidiste promover-me?» Desculpando-se, Zeca lá teve de explicar que odeia desempenhar o papel de apresentador e que fica bastante nervoso nessas situações. Em pleno 1º de Maio, os TSD (Trabalhadores Sociais-Democratas) realizaram o tradicional almoço comemorativo do Dia do Trabalhador, nas instalações da antiga FIL. Ao lado do líder dos TSD, Arménio Santos, lá estiveram Durão Barroso, Pedro Santana Lopes e Manuela Ferreira Leite. Na hora dos discursos, o apresentador de serviço anunciou:Depois de ter ganho as eleições autárquicas e as legislativas, até parecia que o PSD agora já tinha uma central sindical! Mas não, tudo não passou de uma gafe do apresentador, o assessor de imprensa do PSD José Mendonça (ou Zeca Mendonça, como é mais conhecido -, à direita na foto, com Arménio Santos). No dia a seguir, nos corredores do Parlamento, Arménio Santos não o «poupou»:Desculpando-se, Zeca lá teve de explicar que odeia desempenhar o papel de apresentador e que fica bastante nervoso nessas situações.

Um desafio socrático Há quem diga que Ferro Rodrigues pode «oxidar» no poder e que a sua passagem pela liderança do Partido Socialista se destina apenas à travessia do deserto. Talvez por isso José Sócrates vai-se mantendo activo e desdobrando em contactos diversos. Na semana passada, no restaurante Mezza Luna, um local «in» de Lisboa, ele jantava com Vicente Jorge Silva e José Lello (curiosamente um antitralha guterrista e um tralha guterrista) perante o olhar complacente (desconfiado?) de Sérgio Sousa Pinto. Com a entrada de Emídio Rangel e Margarida Marante, o ex-ministro mudou de ambiente (leia-se, de comparsas) e teve uma longa conversa a que GENTE, apesar das orelhas atentas, não teve acesso. Preparando o futuro?

EXPRESSO premiado O EXPRESSO acaba de ganhar dois prémios de infografia da prestigiadíssima Society for News Design. Para os leitores menos familiarizados com o jornalismo, a infografia diz respeito à produção dos gráficos e desenhos que ilustram a informação. Os prémios, designados Malofiej, foram atribuídos na X edição do certame, que tem lugar na Universidade de Navarra. Os maiores jornais e revistas do mundo como «The New York Times», «Newsweek», «Fortune», «The Times», «Corriere della Sera», «El País», «ABC» ou «O Globo», participaram na competição. Na imagem reproduzimos parte de um dos trabalhos do EXPRESSO premiados, sobre a estética masculina.

Challenger's Trophy: novos desafios E de repente, da cúpula central do Centro Comercial Colombo, em Lisboa, um homem desceu do ar. Chegou pendurado numa corda metálica, qual Tarzan numa liana, e aterrou no palco de apresentação da nona edição do Challenger's Trophy, que este ano ruma a Tondela e decorre no fim-de-semana de 7, 8 e 9 de Junho. Para além do «homem voador», Pedro Vieira (na foto), o director da prova (e Tarzan nas horas vagas), contou ainda com dois ajudantes - o pano de fundo era completado por um rapaz e uma rapariga, suspensos por cordas de cada lado da cúpula, a pedalar uma bicicleta e a «pagaiar» a sua canoa insuflável. Pretendia-se com isto chamar a atenção para algumas novidades no Challenger's deste ano. A prova, vocacionada para o segmento empresarial e para uma população de quadros e gestores, passa agora a contar com equipas de cinco elementos, que vão ser misturadas entre si para permitir uma boa «net communication» - por outras palavras, é também uma oportunidade informal e divertida de alargar conhecimentos e estabelecer novos contactos. A estratégia, o espírito de equipa e a comunicação continuam a ser mais importantes que a destreza física, apesar de as provas (de canoagem, bicicleta de montanha, corrida e obstáculos, entre outras coisas) poderem ser fisicamente exigentes. No entanto, e porque a organização tem noção de que «a maioria dos participantes passa o seu dia em gabinetes», foram criados dois escalões: o «masters», para os mais atléticos, e o «classic», que deve contar com a adesão da maioria. Até agora, há mais de meia centena de equipas inscritas, mas a organização espera que o número duplique até ao mês que vem. E de repente, da cúpula central do Centro Comercial Colombo, em Lisboa, um homem desceu do ar. Chegou pendurado numa corda metálica, qual Tarzan numa liana, e aterrou no palco de apresentação da nona edição do Challenger's Trophy, que este ano ruma a Tondela e decorre no fim-de-semana de 7, 8 e 9 de Junho. Para além do «homem voador», Pedro Vieira (na foto), o director da prova (e Tarzan nas horas vagas), contou ainda com dois ajudantes - o pano de fundo era completado por um rapaz e uma rapariga, suspensos por cordas de cada lado da cúpula, a pedalar uma bicicleta e a «pagaiar» a sua canoa insuflável. Pretendia-se com isto chamar a atenção para algumas novidades no Challenger's deste ano. A prova, vocacionada para o segmento empresarial e para uma população de quadros e gestores, passa agora a contar com equipas de cinco elementos, que vão ser misturadas entre si para permitir uma boa «net communication» - por outras palavras, é também uma oportunidade informal e divertida de alargar conhecimentos e estabelecer novos contactos. A estratégia, o espírito de equipa e a comunicação continuam a ser mais importantes que a destreza física, apesar de as provas (de canoagem, bicicleta de montanha, corrida e obstáculos, entre outras coisas) poderem ser fisicamente exigentes. No entanto, e porque a organização tem noção de que, foram criados dois escalões: o «masters», para os mais atléticos, e o «classic», que deve contar com a adesão da maioria. Até agora, há mais de meia centena de equipas inscritas, mas a organização espera que o número duplique até ao mês que vem.

A volta dos panfletos clandestinos Terça-feira passada foi um dia agitado na Câmara do Porto. Era ver quem mais fotocopiava um documento apócrifo deixado nas casas de banho da autarquia. Consta que a autoria do dito vem dos lados do próprio PSD. «Rio, se votámos em ti foi para mudar as coisas e não para te queixares do 'padrinho' Pinto da Costa» - lê-se no panfleto que acusa o executivo social-democrata de «recuperar» funcionários «problemáticos». Os vereadores Paulo Morais e Ricardo Figueiredo são os principais visados no texto. O autor do documento onde constam os nomes dos «maus e más da fita» é um autodenominado Salvado Justo. A coisa promete!

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