Impossível de aturar: A tirania das máquinas

24-12-2019
marcar artigo

Todas as máquinas surgem para facilitar a vida aos humanos, ou a "necessidade não aguçasse o engenho" como diz o povo. São, sem dúvida, um extraordinário meio auxiliar na realização de inúmeras tarefas, libertando o homem para desempenhar outras tarefas, as quais, mais tarde irá, de novo, abandonará, até ao ponto de não necessitar de realizar outra tarefa para além do simples prazer de gozar a vida e tudo aquilo de bom que ela nos pode dar.Mas as coisas, afinal, não foram assim tão boas para os humanos, ou pelo menos para a maior parte deles. As máquinas que, supostamente, surgiram para lhes facilitarem a vida, são agora, e sempre, o seu maior concorrente. Desempenham todas as tarefas sem pestanejar, sem barafustar, sem...parar, tornando-se assim, num apetecível investimento para quem quer, unicamente para si, o usufruto da totalidade dos lucros dessa eficiência. Os humanos são, assim, dispensados de realizarem as tarefas mais básicas. São facilmente substituídos pela vontade do lucro e colocados à margem desse ideal de sociedade que vive à custa das máquinas.O que aconteceu com os Portageiros da A8, também já aconteceu aquando da Revolução Industrial, no séc. XIX. Nessa altura, também os trabalhadores destruíam a maior ameaça à sua empregabilidade e à segurança das suas famílias e davam início a uma luta sem fim à vista.

Todas as máquinas surgem para facilitar a vida aos humanos, ou a "necessidade não aguçasse o engenho" como diz o povo. São, sem dúvida, um extraordinário meio auxiliar na realização de inúmeras tarefas, libertando o homem para desempenhar outras tarefas, as quais, mais tarde irá, de novo, abandonará, até ao ponto de não necessitar de realizar outra tarefa para além do simples prazer de gozar a vida e tudo aquilo de bom que ela nos pode dar.Mas as coisas, afinal, não foram assim tão boas para os humanos, ou pelo menos para a maior parte deles. As máquinas que, supostamente, surgiram para lhes facilitarem a vida, são agora, e sempre, o seu maior concorrente. Desempenham todas as tarefas sem pestanejar, sem barafustar, sem...parar, tornando-se assim, num apetecível investimento para quem quer, unicamente para si, o usufruto da totalidade dos lucros dessa eficiência. Os humanos são, assim, dispensados de realizarem as tarefas mais básicas. São facilmente substituídos pela vontade do lucro e colocados à margem desse ideal de sociedade que vive à custa das máquinas.O que aconteceu com os Portageiros da A8, também já aconteceu aquando da Revolução Industrial, no séc. XIX. Nessa altura, também os trabalhadores destruíam a maior ameaça à sua empregabilidade e à segurança das suas famílias e davam início a uma luta sem fim à vista.

marcar artigo