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11-04-2002
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Sexta-feira, 5 de Abril de 2002 "Trata-se de um marco importante que abrirá caminho à conclusão das tarefas político-administrativas do Protocolo de Lusaca ainda pendentes: a reconciliação entre todos os angolanos e a realização de eleições gerais." Jorge Sampaio, Presidente da República de Portugal "Os desafios e exigências que Angola enfrentará de consolidação da paz serão exigentes. O cessar-fogo [assinado] pelo Governo e pela UNITA é um importante passo para a pacificação do país, é o primeiro grande passo nessa direcção." Jaime Gama, ministro português dos Negócios Estrangeiros "Este gesto significa que Angola está no bom caminho, rumo à paz, essencial para que o país se pacifique e desenvolva." Ferro Rodrigues, secretário-geral do PS "Sabemos que Angola foi muito destruída, talvez mais que Moçambique. Em Angola há muita gente que vive na pobreza, em situações muito, muito, dramáticas e que requerem esta unidade que hoje [ontem] se está forjando entre militares, mas que esperamos que os políticos venham também a seguir". Joaquim Chissano, Presidente de Moçambique "Angola é agora um exemplo para o mundo e também para a CPLP, comunidade que tem agora todos os seus Estados-membros pacificados." "A assinatura da paz terá um impacto positivo imediato na CPLP." Dulce Pereira, secretária-executiva da Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (CPLP) "Um dia de festa e alegria para todos os angolanos e para todo o mundo." Fradique de Menezes, Presidente de São Tomé "Milhões de angolanos sofreram durante 25 anos de guerra civil e nós esperamos que este último acordo e os compromissos oferecidos pelo Presidente [José] Eduardo dos Santos e o líder da UNITA Paulo Lukamba 'Gato' porporcionem uma paz duradoura e a reconciliação num país devastado pela guerra." Aliança Democrática (DA), principal força da oposição sul-africana "[Este é o início do] longo e difícil caminho da reconciliação." O Governo tem que respeitar os seus "compromissos", como a realização de eleições livres, e a UNITA deve "honrar as suas obrigações", como o abandono das armas e a transformação em partido democrático. "Não há vencedores, nem vencidos, a vitória é de todos os angolanos." Serguei Andreev, embaixador russo em Luanda e representante da "troika" de observadores OUTROS TÍTULOS EM DESTAQUE Assinado o acordo para acabar umas das guerras mais longas de África

Um conflito de 27 anos

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"O Governo venceu, mas não houve rendições"

Missão Externa do Galo Negro reavalia o seu papel

O que foi e é a UNITA?

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