Portagens na auto-estrada da Beira
Socialistas discutem SCUT
A decisão do Governo de adoptar portagens na Auto-Estrada da Beira Interior será hoje analisada numa reunião em Castelo Branco, com a participação de deputados e autarcas socialistas dos distritos de Santarém, Guarda e Castelo Branco. Em cima da mesa está a possibilidade de serem cobradas portagens no IP6 e no IP2, entre Torres Novas e Guarda, o que para os socialistas prejudica o desenvolvimento integrado do País e isola a região. Em cima da mesa está a possibilidade de serem cobradas portagens no IP6 e no IP2, entre Torres Novas e Guarda, o que para os socialistas prejudica o desenvolvimento integrado do País e isola a região. Esta noite, no auditório do Instituto Politécnico de Castelo Branco, dezenas de autarcas e deputados eleitos do PS vão discutir as medidas de protesto, caso o Governo não recue com as portagens. Para o deputado albicastrense Fernando Serrasqueiro, esta medida pode significar uma «nova Idade Média» para a região. Esta noite, no auditório do Instituto Politécnico de Castelo Branco, dezenas de autarcas e deputados eleitos do PS vão discutir as medidas de protesto, caso o Governo não recue com as portagens. Para o deputado albicastrense Fernando Serrasqueiro, esta medida pode significar uma «nova Idade Média» para a região. Serrasqueiro defende que está em causa «a movimentação de dentro para fora, e todo o investimento privado para os próximos anos poderá ser repensado pelas empresas». Serrasqueiro defende que está em causa «a movimentação de dentro para fora, e todo o investimento privado para os próximos anos poderá ser repensado pelas empresas». Por outro lado, as estradas em causa têm 27 nós de ligação e a construção de praças de portagens em todos eles só irá aumentar os custos daquelas vias. Por outro lado, as estradas em causa têm 27 nós de ligação e a construção de praças de portagens em todos eles só irá aumentar os custos daquelas vias. Também o deputado do PS pela Guarda, Fernando Cabral, lamenta a decisão de Valente de Oliveira, considerando que viola o conceito de discriminação positiva que as SCUT visavam promover. Também o deputado do PS pela Guarda, Fernando Cabral, lamenta a decisão de Valente de Oliveira, considerando que viola o conceito de discriminação positiva que as SCUT visavam promover. Outro ponto contestado pelos socialistas é a falta de alternativa, obrigatória segundo o direito europeu. Outro ponto contestado pelos socialistas é a falta de alternativa, obrigatória segundo o direito europeu. Quanto à ressalva de os empresários e habitantes locais não pagarem para circular nas estradas, o presidente da Federação socialista de Santarém, Nelson Baltazar, sublinha que só vai fazer «com que as pessoas se desloquem em pequenos percursos, mas não permite uma efectiva circulação de pessoas e mercadorias entre o interior e o litoral». Quanto à ressalva de os empresários e habitantes locais não pagarem para circular nas estradas, o presidente da Federação socialista de Santarém, Nelson Baltazar, sublinha que só vai fazer «com que as pessoas se desloquem em pequenos percursos, mas não permite uma efectiva circulação de pessoas e mercadorias entre o interior e o litoral». «Com auto-estradas pagas, as pessoas vão usar menos esta via, e o Governo terá de compensar a concessionária pelo prejuízo», acrescenta o político local, salientando igualmente que a medida vai contra a política dos Governos de Cavaco Silva. «Com auto-estradas pagas, as pessoas vão usar menos esta via, e o Governo terá de compensar a concessionária pelo prejuízo», acrescenta o político local, salientando igualmente que a medida vai contra a política dos Governos de Cavaco Silva. 13:52 3 Junho 2002
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Comentários
1 a 3 de 3 Escaravelho 11:32 3 Junho 2002 Pseudoeter: Parabéns pela sua análise, nomeadamente quanto às vias alternativas.
Gostaria de saber como é que se vai discriminar, na práticar, quem paga e quem está isento. Parecem-me utopias do Ministro. Pseudoeter 11:11 3 Junho 2002 Também quero!
A questão é sempre a mesma: paga quem usufrui ou pagamos todos?
Nestes casos fica-se sempre com aquela sensação que temos azar: os serviços - auto-estradas, por exemplo - que nós utilizamos são pagos; os que os outros utilizam são ‘gratuitos’ e nós é que os pagamos...
Aliás, se não pagar portagem dá origem a um maior desenvolvimento e, a seu tempo, maiores lucros para o Estado, que burrice económica tem sido esta de cobrar portagens nas restantes auto-estradas...
Finalmente, a questão das vias alternativas é um questão curiosa. Se já existissem vias ‘alternativas’ não seria necessária a auto-estrada. A única via alternativa a uma auto-estrada é... outra auto-estrada. Ou alguém penda que a E.N. n.º 1 é uma alternativa à A1?
(P.s. não resido numa ‘grande’ cidade nem no litoral e, diariamente, pago portagem)
Vitor Mango 10:31 3 Junho 2002 O tio zé da tasca pede-me
Que o informe aonde pode comparar essa marca de tinto novo chamado Scuts
Scuts ?
Scuts
Scuts
O homem já foi ás amarelas e não vem lá Pá !
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Portagens na auto-estrada da Beira
Socialistas discutem SCUT
A decisão do Governo de adoptar portagens na Auto-Estrada da Beira Interior será hoje analisada numa reunião em Castelo Branco, com a participação de deputados e autarcas socialistas dos distritos de Santarém, Guarda e Castelo Branco. Em cima da mesa está a possibilidade de serem cobradas portagens no IP6 e no IP2, entre Torres Novas e Guarda, o que para os socialistas prejudica o desenvolvimento integrado do País e isola a região. Em cima da mesa está a possibilidade de serem cobradas portagens no IP6 e no IP2, entre Torres Novas e Guarda, o que para os socialistas prejudica o desenvolvimento integrado do País e isola a região. Esta noite, no auditório do Instituto Politécnico de Castelo Branco, dezenas de autarcas e deputados eleitos do PS vão discutir as medidas de protesto, caso o Governo não recue com as portagens. Para o deputado albicastrense Fernando Serrasqueiro, esta medida pode significar uma «nova Idade Média» para a região. Esta noite, no auditório do Instituto Politécnico de Castelo Branco, dezenas de autarcas e deputados eleitos do PS vão discutir as medidas de protesto, caso o Governo não recue com as portagens. Para o deputado albicastrense Fernando Serrasqueiro, esta medida pode significar uma «nova Idade Média» para a região. Serrasqueiro defende que está em causa «a movimentação de dentro para fora, e todo o investimento privado para os próximos anos poderá ser repensado pelas empresas». Serrasqueiro defende que está em causa «a movimentação de dentro para fora, e todo o investimento privado para os próximos anos poderá ser repensado pelas empresas». Por outro lado, as estradas em causa têm 27 nós de ligação e a construção de praças de portagens em todos eles só irá aumentar os custos daquelas vias. Por outro lado, as estradas em causa têm 27 nós de ligação e a construção de praças de portagens em todos eles só irá aumentar os custos daquelas vias. Também o deputado do PS pela Guarda, Fernando Cabral, lamenta a decisão de Valente de Oliveira, considerando que viola o conceito de discriminação positiva que as SCUT visavam promover. Também o deputado do PS pela Guarda, Fernando Cabral, lamenta a decisão de Valente de Oliveira, considerando que viola o conceito de discriminação positiva que as SCUT visavam promover. Outro ponto contestado pelos socialistas é a falta de alternativa, obrigatória segundo o direito europeu. Outro ponto contestado pelos socialistas é a falta de alternativa, obrigatória segundo o direito europeu. Quanto à ressalva de os empresários e habitantes locais não pagarem para circular nas estradas, o presidente da Federação socialista de Santarém, Nelson Baltazar, sublinha que só vai fazer «com que as pessoas se desloquem em pequenos percursos, mas não permite uma efectiva circulação de pessoas e mercadorias entre o interior e o litoral». Quanto à ressalva de os empresários e habitantes locais não pagarem para circular nas estradas, o presidente da Federação socialista de Santarém, Nelson Baltazar, sublinha que só vai fazer «com que as pessoas se desloquem em pequenos percursos, mas não permite uma efectiva circulação de pessoas e mercadorias entre o interior e o litoral». «Com auto-estradas pagas, as pessoas vão usar menos esta via, e o Governo terá de compensar a concessionária pelo prejuízo», acrescenta o político local, salientando igualmente que a medida vai contra a política dos Governos de Cavaco Silva. «Com auto-estradas pagas, as pessoas vão usar menos esta via, e o Governo terá de compensar a concessionária pelo prejuízo», acrescenta o político local, salientando igualmente que a medida vai contra a política dos Governos de Cavaco Silva. 13:52 3 Junho 2002
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1 a 3 de 3 Escaravelho 11:32 3 Junho 2002 Pseudoeter: Parabéns pela sua análise, nomeadamente quanto às vias alternativas.
Gostaria de saber como é que se vai discriminar, na práticar, quem paga e quem está isento. Parecem-me utopias do Ministro. Pseudoeter 11:11 3 Junho 2002 Também quero!
A questão é sempre a mesma: paga quem usufrui ou pagamos todos?
Nestes casos fica-se sempre com aquela sensação que temos azar: os serviços - auto-estradas, por exemplo - que nós utilizamos são pagos; os que os outros utilizam são ‘gratuitos’ e nós é que os pagamos...
Aliás, se não pagar portagem dá origem a um maior desenvolvimento e, a seu tempo, maiores lucros para o Estado, que burrice económica tem sido esta de cobrar portagens nas restantes auto-estradas...
Finalmente, a questão das vias alternativas é um questão curiosa. Se já existissem vias ‘alternativas’ não seria necessária a auto-estrada. A única via alternativa a uma auto-estrada é... outra auto-estrada. Ou alguém penda que a E.N. n.º 1 é uma alternativa à A1?
(P.s. não resido numa ‘grande’ cidade nem no litoral e, diariamente, pago portagem)
Vitor Mango 10:31 3 Junho 2002 O tio zé da tasca pede-me
Que o informe aonde pode comparar essa marca de tinto novo chamado Scuts
Scuts ?
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Scuts
O homem já foi ás amarelas e não vem lá Pá !
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