O tráfego nos aeroportos nacionais continua numa rota de franco crescimento, batendo recordes consecutivos e posicionando-se como os de melhores registos do sector a nível europeu. Segundo diversas organizações independentes que recolhem estatísticas sobre o tráfego de passageiros e de carga aérea, entre Janeiro e Julho, o aeroporto de Lisboa já ultrapassou a barreira dos 11 milhões de passageiros, registando um crescimento de 12,3% face ao período homólogo. Julho registou novo histórico, acima de dois milhões de passageiros.
A Portela fechou os primeiros sete meses de 2015 com 11,3 milhões de passageiros, contra os 10 milhões de passageiros do mesmo período de 2014. Mas, mais importante que isso, o passado mês de Julho representou um novo recorde histórico em Lisboa, com a ultrapassagem pela primeira vez da barreira dos dois milhões de passageiros mensais. Note-se que estes números superaram o tráfego de anos de grandes acontecimentos turísticos, como a Espo98 ou do Campeonato Europeu de Futebol, em 2004.
Tudo indica que este ritmo de crescimento de passageiros no aeroporto da Portela irá manter-se até ao final deste ano, pelo que se deverá ultrapassar este ano a barreira dos 20 milhões de passageiros, podendo ficar perto de duplicar o tráfego de passageiros verificado há dez anos.
Esta questão é também relevante porque o recorde atingido em Julho, sem complicações de maior, demonstra que o aeroporto da Portela aumentou a capacidade de processamento de passageiros sem que o concessionário, o grupo francês Vinci, se sentisse obrigado a realizar investimentos de grande dimensão. Por outro lado, quer dizer, que a barreira dos 22 milhões de passageiros do ano, o ‘trigger' a partir do qual o contrato de concessão assinado entre o Estado e o concessionário estabelece que se deverão iniciar as negociações para as duas partes encontrarem uma solução para complementar a oferta da Portela. O Governo optou pela solução de adaptar a base área do Montijo e pretende deixar assinado um memorando de entendimento nesse sentido até ao final de presente legislatura.
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O tráfego nos aeroportos nacionais continua numa rota de franco crescimento, batendo recordes consecutivos e posicionando-se como os de melhores registos do sector a nível europeu. Segundo diversas organizações independentes que recolhem estatísticas sobre o tráfego de passageiros e de carga aérea, entre Janeiro e Julho, o aeroporto de Lisboa já ultrapassou a barreira dos 11 milhões de passageiros, registando um crescimento de 12,3% face ao período homólogo. Julho registou novo histórico, acima de dois milhões de passageiros.
A Portela fechou os primeiros sete meses de 2015 com 11,3 milhões de passageiros, contra os 10 milhões de passageiros do mesmo período de 2014. Mas, mais importante que isso, o passado mês de Julho representou um novo recorde histórico em Lisboa, com a ultrapassagem pela primeira vez da barreira dos dois milhões de passageiros mensais. Note-se que estes números superaram o tráfego de anos de grandes acontecimentos turísticos, como a Espo98 ou do Campeonato Europeu de Futebol, em 2004.
Tudo indica que este ritmo de crescimento de passageiros no aeroporto da Portela irá manter-se até ao final deste ano, pelo que se deverá ultrapassar este ano a barreira dos 20 milhões de passageiros, podendo ficar perto de duplicar o tráfego de passageiros verificado há dez anos.
Esta questão é também relevante porque o recorde atingido em Julho, sem complicações de maior, demonstra que o aeroporto da Portela aumentou a capacidade de processamento de passageiros sem que o concessionário, o grupo francês Vinci, se sentisse obrigado a realizar investimentos de grande dimensão. Por outro lado, quer dizer, que a barreira dos 22 milhões de passageiros do ano, o ‘trigger' a partir do qual o contrato de concessão assinado entre o Estado e o concessionário estabelece que se deverão iniciar as negociações para as duas partes encontrarem uma solução para complementar a oferta da Portela. O Governo optou pela solução de adaptar a base área do Montijo e pretende deixar assinado um memorando de entendimento nesse sentido até ao final de presente legislatura.