CDS-PP: Concelhia de Lisboa

03-07-2011
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O mundo acordou há seis anos atrás com ataques terroristas no coração dos Estados Unidos. Quase três mil pessoas morreram. O terrorismo de inspiração fundamentalista islâmica tinha finalmente um rosto e uma identidade: a al-Qaeda. O caos regional é o seu meio. O cenário de catástrofe social e económica o seu objectivo principal.Por outras palavras, este terrorismo totalitário tem um e só um desígnio: subverter por completo o nosso modo de vida, a natureza das democracias liberais e anular quaisquer aproximações de países muçulmanos ao Ocidente.O CDS, enquanto partido de centro-direita, tem na sua matriz uma inalienável defesa da liberdade individual e dos valores humanistas e pluralistas que o Ocidente soube construir após anos de guerras. A Aliança Atlântica e a Europa fazem parte dos nossos genes e é por eles que nos batemos diariamente.Há seis anos atrás o Ocidente era minado de raiva no coração da sua grande potência. O CDS, enquanto partido atlantista, presta sentida homenagem às vítimas dos atentados e colocar-se-á sempre do lado dos Estados que contribuíram para que o modo de vida que o partido defende fosse também uma realidade em Portugal.Isto não significa que não se tenham cometido erros desde então. A própria Administração norte-americana o tem reconhecido. Também não implicou uma total coesão dos Estados em volta das suas orientações. Porque os Estados são acima de tudo soberanos e respondem, em primeiro lugar, perante os seus cidadãos.Mas o CDS gostava de registar a reaproximação transatlântica dos últimos anos. A Europa está mais ciente da ameaça deste século e tem agido com enorme eficácia. Os EUA perceberam que os aliados são preciosos e que quaisquer divisões de fundo no Ocidente são prejudiciais no combate ao totalitarismo islâmico. Neste caminho de aproximação, foram cruciais os papéis de dois líderes de centro-direita europeus: o Presidente francês Nicolas Sarkozy e a Chanceler alemã Angela Merkel.O CDS saúda os seus esforços e sublinha o seu comportamento político.As últimas palavras vão para os Estados de maioria muçulmana que rejeitam liminarmente o terrorismo e os seus actores. O Ocidente deve cada vez mais cooperar com os moderados no Magrebe, em África, na Ásia do Sul e comunidades que vivem há muito em solo europeu.Só em cooperação se consegue vencer esta luta. Apenas defendendo os princípios liberais democráticos salvaguardaremos o que tão poucos conquistaram para um tão grande número de cidadãos.Bernardo Pires de LimaMembro da Comissão Política Nacional

O mundo acordou há seis anos atrás com ataques terroristas no coração dos Estados Unidos. Quase três mil pessoas morreram. O terrorismo de inspiração fundamentalista islâmica tinha finalmente um rosto e uma identidade: a al-Qaeda. O caos regional é o seu meio. O cenário de catástrofe social e económica o seu objectivo principal.Por outras palavras, este terrorismo totalitário tem um e só um desígnio: subverter por completo o nosso modo de vida, a natureza das democracias liberais e anular quaisquer aproximações de países muçulmanos ao Ocidente.O CDS, enquanto partido de centro-direita, tem na sua matriz uma inalienável defesa da liberdade individual e dos valores humanistas e pluralistas que o Ocidente soube construir após anos de guerras. A Aliança Atlântica e a Europa fazem parte dos nossos genes e é por eles que nos batemos diariamente.Há seis anos atrás o Ocidente era minado de raiva no coração da sua grande potência. O CDS, enquanto partido atlantista, presta sentida homenagem às vítimas dos atentados e colocar-se-á sempre do lado dos Estados que contribuíram para que o modo de vida que o partido defende fosse também uma realidade em Portugal.Isto não significa que não se tenham cometido erros desde então. A própria Administração norte-americana o tem reconhecido. Também não implicou uma total coesão dos Estados em volta das suas orientações. Porque os Estados são acima de tudo soberanos e respondem, em primeiro lugar, perante os seus cidadãos.Mas o CDS gostava de registar a reaproximação transatlântica dos últimos anos. A Europa está mais ciente da ameaça deste século e tem agido com enorme eficácia. Os EUA perceberam que os aliados são preciosos e que quaisquer divisões de fundo no Ocidente são prejudiciais no combate ao totalitarismo islâmico. Neste caminho de aproximação, foram cruciais os papéis de dois líderes de centro-direita europeus: o Presidente francês Nicolas Sarkozy e a Chanceler alemã Angela Merkel.O CDS saúda os seus esforços e sublinha o seu comportamento político.As últimas palavras vão para os Estados de maioria muçulmana que rejeitam liminarmente o terrorismo e os seus actores. O Ocidente deve cada vez mais cooperar com os moderados no Magrebe, em África, na Ásia do Sul e comunidades que vivem há muito em solo europeu.Só em cooperação se consegue vencer esta luta. Apenas defendendo os princípios liberais democráticos salvaguardaremos o que tão poucos conquistaram para um tão grande número de cidadãos.Bernardo Pires de LimaMembro da Comissão Política Nacional

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