Incontinentes Verbais: Esclarecimento!

24-01-2012
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O PPM é democrata. E é liberal. Tão democrata e tão liberal que não permite comentários aos seus textos, forçando-me a explicar-lhe o óbvio nos IV.A míngua de paciência leva-me, porém, a um registo tópico.A minha oposição às tendências no CDS não se prende com nenhuma razão de fundo, mas com a consciência de que as mesmas foram pensadas com dois objectivos precisos. Por um lado, criar a aparência da necessidade do regresso de Paulo Portas, escondendo a guerrilha que ao longo do mandato de Ribeiro e Castro foi orquestrada contra este. Facto que hoje é clarividente, porque só por autismo se pode continuar a afirmar que as correntes de opinião fervilham no partido, posto pautar-se a concretização da ideia num fracasso absoluto.Por outro, dar eco aos arautos de um liberalismo pós-moderno, na senda do que vinha inscrito no seu programa estratégico, que, porque axiologicamente desvalioso e praticamente irrealizável, não me cansarei de denunciar.No mais, estarei longe de Telmo Correia nas suas motivações, já que, se bem me lembro, o mesmo louvou a ideia aquando das directas e do congresso. E muito longe da JP, por onde passei, é certo, mas rapidamente me afastei, tal a estupefacção diante da defesa acalorada, protagonizada por alguns actuais dirigentes do partido, do fim do casamento civil como contrato. É que a falta de sustentação para o liberalismo de que fazem eco leva-os ao tudo ou não. Ou se é católico e se sacramenta o acto ou se professa outra religião, se é ateu ou agnóstico e azar.

O PPM é democrata. E é liberal. Tão democrata e tão liberal que não permite comentários aos seus textos, forçando-me a explicar-lhe o óbvio nos IV.A míngua de paciência leva-me, porém, a um registo tópico.A minha oposição às tendências no CDS não se prende com nenhuma razão de fundo, mas com a consciência de que as mesmas foram pensadas com dois objectivos precisos. Por um lado, criar a aparência da necessidade do regresso de Paulo Portas, escondendo a guerrilha que ao longo do mandato de Ribeiro e Castro foi orquestrada contra este. Facto que hoje é clarividente, porque só por autismo se pode continuar a afirmar que as correntes de opinião fervilham no partido, posto pautar-se a concretização da ideia num fracasso absoluto.Por outro, dar eco aos arautos de um liberalismo pós-moderno, na senda do que vinha inscrito no seu programa estratégico, que, porque axiologicamente desvalioso e praticamente irrealizável, não me cansarei de denunciar.No mais, estarei longe de Telmo Correia nas suas motivações, já que, se bem me lembro, o mesmo louvou a ideia aquando das directas e do congresso. E muito longe da JP, por onde passei, é certo, mas rapidamente me afastei, tal a estupefacção diante da defesa acalorada, protagonizada por alguns actuais dirigentes do partido, do fim do casamento civil como contrato. É que a falta de sustentação para o liberalismo de que fazem eco leva-os ao tudo ou não. Ou se é católico e se sacramenta o acto ou se professa outra religião, se é ateu ou agnóstico e azar.

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