Fotografia: Nilson Barcelli – Berlim – Porta de BrandenburgHá chamas dispersas pelo vento,Pelo nada ou por ninguém.Se ninguém foi,O nada não se mostrouE o vento não era de feição,Quem foi então?Terei sido eu?Mas, implacavelmente,Quase tudo vai sendo queimado.Logo, repisando cinzas,Acharemos na liberdade das ruínasO mais esmerado rebento,Plagiado de outras façanhas,Sob a luz dos mesmos projectoresDe inauguração repisada.Serei eu disfarce do nada,Do vento ou de ninguém,Ou nado eu num marDe pastosas subtilezas?Nilson Barcelli © Proibida cópia sem autorização::
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Fotografia: Nilson Barcelli – Berlim – Porta de BrandenburgHá chamas dispersas pelo vento,Pelo nada ou por ninguém.Se ninguém foi,O nada não se mostrouE o vento não era de feição,Quem foi então?Terei sido eu?Mas, implacavelmente,Quase tudo vai sendo queimado.Logo, repisando cinzas,Acharemos na liberdade das ruínasO mais esmerado rebento,Plagiado de outras façanhas,Sob a luz dos mesmos projectoresDe inauguração repisada.Serei eu disfarce do nada,Do vento ou de ninguém,Ou nado eu num marDe pastosas subtilezas?Nilson Barcelli © Proibida cópia sem autorização::