No café de onde hoje tirei esta fotografia conheci, há tempos que parecem uma eternidade mas que acho que são dois anos, a Helena. É difícil pensar em alguém, tirando talvez claro o Ferra e uma ou outra pessoa mais íntima (reparem neste espaço de manobra finamente construído para que outros se reconheçam) de quem tenha aprendido tanto em tão pouco tempo. Sobre as pessoas, as relações de trabalho, o amor e outras coisas mais pequenas ou às tantas maiores (pick your fights por exemplo, um princípio da educação infantil que passei a aplicar à vida – e que até aplico às lutas na blogosfera (twinkle twinkle)).Entre outras, aprendi com a Helena possível grandeza da humildade. A Helena é aquela rapariga que, depois de uma semana a escrever posts brilhantes blogosfera fora (como este ou este) se dá ao trabalho de nos telefonar muito contente se não concordamos com um dos seus posts de forma mais ou menos convincente. O que, por um lado, claro, é característico da capacidade de mudar de opinião de todas as inteligências mais seguras de si mesmas. Mas por outro, é também sinónimo de um genuíno prazer na discussão e de uma humildade enorme que parte do princípio de que é tão provável o outro ter razão como nós mesmos. Assim, de chapa, sem resistências e contente ainda por cima.Dantes, pensava que a humildade era uma qualidade que primava acima de tudo pela ausência do seu contrário. Hoje, percebi que tem uma grandeza única, sua.PS: Um dia, tenho de escrever-vos sobre estes momentos click na minha vida. Não acredito nada que só aprendamos com os erros ou experiências nossos, já aprendi tanto por interposta pessoa, acima de tudo, claro, da minha mãe (por falar em mãe e Helena, será que mulheres destas só se fazem no Norte?). Às tantas, devíamos todos começar uma corrente de clicks e ficávamos todos mais sábios.PPS: Claro que esta fotografia não foi só um pretexto para vos mostrar de novo a Ginger. Mas e se fosse, não está linda com os pneus novos?
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No café de onde hoje tirei esta fotografia conheci, há tempos que parecem uma eternidade mas que acho que são dois anos, a Helena. É difícil pensar em alguém, tirando talvez claro o Ferra e uma ou outra pessoa mais íntima (reparem neste espaço de manobra finamente construído para que outros se reconheçam) de quem tenha aprendido tanto em tão pouco tempo. Sobre as pessoas, as relações de trabalho, o amor e outras coisas mais pequenas ou às tantas maiores (pick your fights por exemplo, um princípio da educação infantil que passei a aplicar à vida – e que até aplico às lutas na blogosfera (twinkle twinkle)).Entre outras, aprendi com a Helena possível grandeza da humildade. A Helena é aquela rapariga que, depois de uma semana a escrever posts brilhantes blogosfera fora (como este ou este) se dá ao trabalho de nos telefonar muito contente se não concordamos com um dos seus posts de forma mais ou menos convincente. O que, por um lado, claro, é característico da capacidade de mudar de opinião de todas as inteligências mais seguras de si mesmas. Mas por outro, é também sinónimo de um genuíno prazer na discussão e de uma humildade enorme que parte do princípio de que é tão provável o outro ter razão como nós mesmos. Assim, de chapa, sem resistências e contente ainda por cima.Dantes, pensava que a humildade era uma qualidade que primava acima de tudo pela ausência do seu contrário. Hoje, percebi que tem uma grandeza única, sua.PS: Um dia, tenho de escrever-vos sobre estes momentos click na minha vida. Não acredito nada que só aprendamos com os erros ou experiências nossos, já aprendi tanto por interposta pessoa, acima de tudo, claro, da minha mãe (por falar em mãe e Helena, será que mulheres destas só se fazem no Norte?). Às tantas, devíamos todos começar uma corrente de clicks e ficávamos todos mais sábios.PPS: Claro que esta fotografia não foi só um pretexto para vos mostrar de novo a Ginger. Mas e se fosse, não está linda com os pneus novos?