O falso perdão da Grécia

07-11-2013
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Via http://bilioso.blogspot.com/

A Voz do Dono (também chamada comunicação social pelos mais distraídos) tem anunciado em grandes parangonas o perdão de 50% da dívida grega. É treta, como de costume.

Eu não vejo perdão nenhum. Vocês vêem?

Perdão seria criar imediatamente um mecanismo eficaz que permitisse passar rapidamente de 36% de desemprego para pleno emprego.

Perdão seria reabrir os hospitais e serviços de saúde.

Perdão seria devolver ao povo grego as ilhas, praias e monumentos vendidos ao desbarato, e acrescentar uma indemnização pelos danos causados.

Perdão seria repor sob controle do Estado e das populações os serviços essenciais (transportes, água, saneamento, gás, electricidade, petroquímica, comunicações, etc.).

Perdão seria reabrir os lares de terceira idade e os infantários.

Perdão seria repor os salários nos níveis anteriores.

Eu não vejo onde está o perdão, e desconfio que não é por ser cegueta – pois se as instituições financeiras e os bancos também não vêem perdão nenhum!

A prova está em que, no dia a seguir ao anúncio oficial dos mecanismos de «perdão», a banca e a bolsa reabriram alegres e felizes, em alta!, como se tivessem aspirado logo ao pequeno-almoço 5 linhas de coca!

Seria de esperar que um perdão de 50% pusesse os banqueiros aos berros em todos os telejornais e mesas redondas, 24 horas por dia, a carpirem o dinheirinho perdido. Pois não, senhor, acordaram em alta.

Hmmmmmm…

Via http://bilioso.blogspot.com/

A Voz do Dono (também chamada comunicação social pelos mais distraídos) tem anunciado em grandes parangonas o perdão de 50% da dívida grega. É treta, como de costume.

Eu não vejo perdão nenhum. Vocês vêem?

Perdão seria criar imediatamente um mecanismo eficaz que permitisse passar rapidamente de 36% de desemprego para pleno emprego.

Perdão seria reabrir os hospitais e serviços de saúde.

Perdão seria devolver ao povo grego as ilhas, praias e monumentos vendidos ao desbarato, e acrescentar uma indemnização pelos danos causados.

Perdão seria repor sob controle do Estado e das populações os serviços essenciais (transportes, água, saneamento, gás, electricidade, petroquímica, comunicações, etc.).

Perdão seria reabrir os lares de terceira idade e os infantários.

Perdão seria repor os salários nos níveis anteriores.

Eu não vejo onde está o perdão, e desconfio que não é por ser cegueta – pois se as instituições financeiras e os bancos também não vêem perdão nenhum!

A prova está em que, no dia a seguir ao anúncio oficial dos mecanismos de «perdão», a banca e a bolsa reabriram alegres e felizes, em alta!, como se tivessem aspirado logo ao pequeno-almoço 5 linhas de coca!

Seria de esperar que um perdão de 50% pusesse os banqueiros aos berros em todos os telejornais e mesas redondas, 24 horas por dia, a carpirem o dinheirinho perdido. Pois não, senhor, acordaram em alta.

Hmmmmmm…

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