Via http://bilioso.blogspot.com/
A Voz do Dono (também chamada comunicação social pelos mais distraÃdos) tem anunciado em grandes parangonas o perdão de 50% da dÃvida grega. É treta, como de costume.
Eu não vejo perdão nenhum. Vocês vêem?
Perdão seria criar imediatamente um mecanismo eficaz que permitisse passar rapidamente de 36% de desemprego para pleno emprego.
Perdão seria reabrir os hospitais e serviços de saúde.
Perdão seria devolver ao povo grego as ilhas, praias e monumentos vendidos ao desbarato, e acrescentar uma indemnização pelos danos causados.
Perdão seria repor sob controle do Estado e das populações os serviços essenciais (transportes, água, saneamento, gás, electricidade, petroquÃmica, comunicações, etc.).
Perdão seria reabrir os lares de terceira idade e os infantários.
Perdão seria repor os salários nos nÃveis anteriores.
Eu não vejo onde está o perdão, e desconfio que não é por ser cegueta – pois se as instituições financeiras e os bancos também não vêem perdão nenhum!
A prova está em que, no dia a seguir ao anúncio oficial dos mecanismos de «perdão», a banca e a bolsa reabriram alegres e felizes, em alta!, como se tivessem aspirado logo ao pequeno-almoço 5 linhas de coca!
Seria de esperar que um perdão de 50% pusesse os banqueiros aos berros em todos os telejornais e mesas redondas, 24 horas por dia, a carpirem o dinheirinho perdido. Pois não, senhor, acordaram em alta.
Hmmmmmm…
Via http://bilioso.blogspot.com/
A Voz do Dono (também chamada comunicação social pelos mais distraÃdos) tem anunciado em grandes parangonas o perdão de 50% da dÃvida grega. É treta, como de costume.
Eu não vejo perdão nenhum. Vocês vêem?
Perdão seria criar imediatamente um mecanismo eficaz que permitisse passar rapidamente de 36% de desemprego para pleno emprego.
Perdão seria reabrir os hospitais e serviços de saúde.
Perdão seria devolver ao povo grego as ilhas, praias e monumentos vendidos ao desbarato, e acrescentar uma indemnização pelos danos causados.
Perdão seria repor sob controle do Estado e das populações os serviços essenciais (transportes, água, saneamento, gás, electricidade, petroquÃmica, comunicações, etc.).
Perdão seria reabrir os lares de terceira idade e os infantários.
Perdão seria repor os salários nos nÃveis anteriores.
Eu não vejo onde está o perdão, e desconfio que não é por ser cegueta – pois se as instituições financeiras e os bancos também não vêem perdão nenhum!
A prova está em que, no dia a seguir ao anúncio oficial dos mecanismos de «perdão», a banca e a bolsa reabriram alegres e felizes, em alta!, como se tivessem aspirado logo ao pequeno-almoço 5 linhas de coca!
Seria de esperar que um perdão de 50% pusesse os banqueiros aos berros em todos os telejornais e mesas redondas, 24 horas por dia, a carpirem o dinheirinho perdido. Pois não, senhor, acordaram em alta.
Hmmmmmm…