Estas eleições estão a ser particularmente violentas no que toca ao controlo da informação. O facto polÃtico mais significativo desta última semana de campanha é que Cavaco pode ser o primeiro presidente recandidato a não ser eleito à primeira volta.
Apesar das piruetas, todas as sondagens dão uma queda abrupta de Cavaco (a que sairá amanhã no Expresso também). Ainda assim a TVI24 abre uma brecha titulando: “Cavaco ainda acima dos 50%“, em que o “ainda” é muito significativo. Os comentadores polÃticos procuram ignorar o facto, e passam horas nas televisões a explicar que a campanha foi péssima e que os candidatos, que não Cavaco, são fracos. Parece que quanto mais a campanha vai alterando as intenções de voto, menos importa discuti-la. Para Marcelos e Marcelinhos, é melhor acabar com ela.
Perante o abismo, Cavaco dá o passo em frente ao declarar que uma segunda volta incomodará os mercados. Segundo o candidato Cavaco Silva, se o actual presidente da república não vencer estas eleições à primeira volta, os juros da dÃvida sobem e fazemos uma despesa desnecessária. Se ninguém o trava ainda declarará que o Benfica não vencerá o Campeonato e que um maremoto destruirá o Algarve.
Por sorte, cada cidadão eleitor ainda (e aqui o “ainda” também é muito significativo) tem um voto. No dia 23 também se decide se agora sim ou se agora não. Todos os votos contam, mas só uma candidatura os pode assustar.
Estas eleições estão a ser particularmente violentas no que toca ao controlo da informação. O facto polÃtico mais significativo desta última semana de campanha é que Cavaco pode ser o primeiro presidente recandidato a não ser eleito à primeira volta.
Apesar das piruetas, todas as sondagens dão uma queda abrupta de Cavaco (a que sairá amanhã no Expresso também). Ainda assim a TVI24 abre uma brecha titulando: “Cavaco ainda acima dos 50%“, em que o “ainda” é muito significativo. Os comentadores polÃticos procuram ignorar o facto, e passam horas nas televisões a explicar que a campanha foi péssima e que os candidatos, que não Cavaco, são fracos. Parece que quanto mais a campanha vai alterando as intenções de voto, menos importa discuti-la. Para Marcelos e Marcelinhos, é melhor acabar com ela.
Perante o abismo, Cavaco dá o passo em frente ao declarar que uma segunda volta incomodará os mercados. Segundo o candidato Cavaco Silva, se o actual presidente da república não vencer estas eleições à primeira volta, os juros da dÃvida sobem e fazemos uma despesa desnecessária. Se ninguém o trava ainda declarará que o Benfica não vencerá o Campeonato e que um maremoto destruirá o Algarve.
Por sorte, cada cidadão eleitor ainda (e aqui o “ainda” também é muito significativo) tem um voto. No dia 23 também se decide se agora sim ou se agora não. Todos os votos contam, mas só uma candidatura os pode assustar.