Essa já é velha, mas eles pelos vistos não se lembram

07-11-2013
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Uma das armas mais eficazes desenvolvidas na luta pela dominação social no último quarto de século foi a censura passiva, censura tanto mais eficaz quanto não silencia activamente as mensagens incómodas, arriscando chamar demasiadas atenções pelo caminho, mas as afoga num oceano de mil factóides, naquele há muito identificado carrossel circular de banalidades onde só raramente e às sacudidelas passam as notícias verdadeiramente importantes; e despercebidas, como se deseja.

Ao ler o apontamento abaixo do Renato sobre Abdul X e o seu “Tirez sur les keufs”, ocorre-me que, aparentemente, as forças da ordem francesas têm ainda muito a aprender com as suas congéneres americanas, que já haviam enfrentado problemas semelhantes há – imagine-se – 22 anos. Ora vejam.

Uma das armas mais eficazes desenvolvidas na luta pela dominação social no último quarto de século foi a censura passiva, censura tanto mais eficaz quanto não silencia activamente as mensagens incómodas, arriscando chamar demasiadas atenções pelo caminho, mas as afoga num oceano de mil factóides, naquele há muito identificado carrossel circular de banalidades onde só raramente e às sacudidelas passam as notícias verdadeiramente importantes; e despercebidas, como se deseja.

Ao ler o apontamento abaixo do Renato sobre Abdul X e o seu “Tirez sur les keufs”, ocorre-me que, aparentemente, as forças da ordem francesas têm ainda muito a aprender com as suas congéneres americanas, que já haviam enfrentado problemas semelhantes há – imagine-se – 22 anos. Ora vejam.

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