Prós e Prós, ou a RTP da vergonha (depois)

10-07-2011
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Não tenho uma bola de cristal, nem sei os números do próximo sorteio do Totoloto, mas parece que acertei em cheio. Tal como dizia ainda antes de ver o programa, já tinha visto este «filme» muitas vezes.

Nos vários Prós e Prós sobre Educação, por exemplo, soube mesmo, graças às minhas funções de sindicalista, as movimentações do Governo e da senhora Ministra para impedir que Mário Nogueira estivesse no painel de convidados. E da única vez que esteve, esta última, a senhora ministra não compareceu.

Ontem foi a mesma coisa. Bastava olhar para o painel: de um lado, os Prós: o então Secretário de Estado do Ambiente, defensor óbvio de si próprio e do Primeiro-Ministro; do lado contrário, mais Prós: o gigantone Subtil, que de subtil nada tinha, o proprietário do restaurante Eleven-que-paga-uma-renda-mensal-vergonhosa-à -CML, em mais uma extraordinária missão de serviço público, e o marido da procuradora-maravilha. Só faltou mesmo Freitas do Amaral, Vital Moreira, Vitalino Canas e outros que tais.

Quanto aos que poderiam estar com dúvidas acerca do caso Freeport, já que os outros não tinham dúvidas nenhumas, foram convenientemente remetidos para o público. Não sei se Felícia Cabrita ou António José Saraiva foram convidados, mas desconfio que não. De todos os que vi, pareceu-me que Paulo Morais esteve muito bem.

A apresentadora, bem… Não gosto de dizer mal de jornalistas. Digamos que a apresentadora esteve ao seu nível.

Não tenho uma bola de cristal, nem sei os números do próximo sorteio do Totoloto, mas parece que acertei em cheio. Tal como dizia ainda antes de ver o programa, já tinha visto este «filme» muitas vezes.

Nos vários Prós e Prós sobre Educação, por exemplo, soube mesmo, graças às minhas funções de sindicalista, as movimentações do Governo e da senhora Ministra para impedir que Mário Nogueira estivesse no painel de convidados. E da única vez que esteve, esta última, a senhora ministra não compareceu.

Ontem foi a mesma coisa. Bastava olhar para o painel: de um lado, os Prós: o então Secretário de Estado do Ambiente, defensor óbvio de si próprio e do Primeiro-Ministro; do lado contrário, mais Prós: o gigantone Subtil, que de subtil nada tinha, o proprietário do restaurante Eleven-que-paga-uma-renda-mensal-vergonhosa-à -CML, em mais uma extraordinária missão de serviço público, e o marido da procuradora-maravilha. Só faltou mesmo Freitas do Amaral, Vital Moreira, Vitalino Canas e outros que tais.

Quanto aos que poderiam estar com dúvidas acerca do caso Freeport, já que os outros não tinham dúvidas nenhumas, foram convenientemente remetidos para o público. Não sei se Felícia Cabrita ou António José Saraiva foram convidados, mas desconfio que não. De todos os que vi, pareceu-me que Paulo Morais esteve muito bem.

A apresentadora, bem… Não gosto de dizer mal de jornalistas. Digamos que a apresentadora esteve ao seu nível.

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