Democracia em Portugal?: 80 milhões em calmantes....

27-01-2012
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Dados do Infarmed - Dia do sono:Os portugueses gastaram no ano passado mais de 80 milhões de euros em comprimidos sedativos, hipnóticos e para a ansiedade, uma quantia superior ao custo total do novo estádio de Alvalade.De acordo com dados fornecidos à agência Lusa pelo Infarmed (Instituto Nacional da Farmácia e do Medicamento), em 2006 foram gastos 81,94 milhões de euros em medicamentos para ajudar a dormir ou para combater a ansiedade.Neste Dia Mundial do Sono, os dados do Infarmed mostram que os portugueses consomem anualmente cerca de 20 milhões de embalagens deste tipo de comprimidos, o que dá uma média de duas embalagens por cada português.Em 2006, 2005 e 2004, o consumo de ansiolíticos, sedativos e hipnóticos ultrapassou sempre os 20 milhões de embalagens em cada ano."Fico assustadíssima com este uso de medicamentos", comentou à Lusa a neurologista e especialista em distúrbios de sono, Teresa Paiva."Está-se a viver uma loucura de vida em Portugal. As pessoas deixaram de ter hábitos minimamente aceitáveis de dormir e têm sempre mais compromissos do que deviam ter, mesmo financeiros e desenvolvem quadros de ansiedade muito grandes", acrescentou.Para a especialista, esta "forma desassossegada de vida" é a raiz dos problemas de sono, que aliada a uma "prática errada" na prescrição dos fármacos leva a "números exagerados" no consumo de medicamentos ansiolíticos e sedativos."Há uma prática social e cultural que leva as pessoas a quererem consumir medicamentos para dormir. E qualquer médico receita um medicamento a uma pessoa que diga que não consegue dormir. É uma prática errada", adiantou. Teresa Paiva alertou ainda para os "malefícios" deste tipo de medicamentos, que causam elevada habituação e "apenas resolvem os problemas temporariamente". Podem ainda causar problemas de memória e aumentam significativamente o risco de acidentes domésticos e de viação. Consultas do sono disparamO número de consultas do sono para diagnosticar e tratar doenças como a apneia tem crescido em Portugal devido ao aumento de casos de obesidade e a um maior conhecimento destas patologias, defendeu hoje Marta Drommond, pneumologista do Hospital de São João, no Porto. Só neste hospital o número de primeiras consultas do sono cresceu 40 vezes em oito anos, de acordo com dados fornecidos à agência Lusa por esta especialista. Em 1998, quando foi criada, a consulta do sono atendeu 32 pessoas e só no ano passado foram dadas mais de 1.200 primeiras consultas que servem para detectar apneias do sono (paragens respiratórias durante a noite) ou para resolver problemas como o ressonar.No total, o Hospital de São João deu mais de 5.600 consultas deste tipo em 2006. Segundo a pneumologista Marta Drumond, o aumento do número de consultas estará relacionado com o estilo de vida actualmente, com o acréscimo de prevalência da obesidade e com o facto de os médicos de clínica geral estarem mais atentos aos sintomas da apneia do sono. Excesso de sonolência durante o dia, cefaleias matinais, cansaço extremo de manhã, ou alterações na memória são alguns dos sintomas da apneia do sono, caracterizada por paragens respiratórias superiores a 10 segundos durante a noite.A roncopatia (ressonar) também é um dos sintomas, mas quem ressona não tem necessariamente apneia do sono, sublinhou Marta Drummond. Em Portugal não há dados sobre a prevalência da apneia do sono, estando actualmente a decorrer um processo para tentar fazer convénios com empresas de estatística que façam recolha e compilação de dados.No entanto, Marta Drummond acredita que a prevalência da síndrome em Portugal é semelhante à estimativa feita para o mundo ocidental, que revela que a apneia afecta dois por cento de mulheres e quatro por cento de homens (um em cada 20 homens). O maior número de casos no sexo masculino deve-se ao facto de a via respiratória dos homens ser mais longa e ter mais tendência para fechar. Portugal inaugurou as consultas do sono em 1983, no Laboratório do Sono do Hospital de Santa Maria, em Lisboa.Então mas não era muito mais saudável, o povo agarrar numas mocas, dar umas cacetatas nos politicos, que nos irritam , enervam e fazem com que todos tenhamos uma existencia de merda para encher a barriga de meia duzia de vampiros???!!!!!! Fica mais barato que os medicamentos e dá mais resultado..se dá!!


Dados do Infarmed - Dia do sono:Os portugueses gastaram no ano passado mais de 80 milhões de euros em comprimidos sedativos, hipnóticos e para a ansiedade, uma quantia superior ao custo total do novo estádio de Alvalade.De acordo com dados fornecidos à agência Lusa pelo Infarmed (Instituto Nacional da Farmácia e do Medicamento), em 2006 foram gastos 81,94 milhões de euros em medicamentos para ajudar a dormir ou para combater a ansiedade.Neste Dia Mundial do Sono, os dados do Infarmed mostram que os portugueses consomem anualmente cerca de 20 milhões de embalagens deste tipo de comprimidos, o que dá uma média de duas embalagens por cada português.Em 2006, 2005 e 2004, o consumo de ansiolíticos, sedativos e hipnóticos ultrapassou sempre os 20 milhões de embalagens em cada ano."Fico assustadíssima com este uso de medicamentos", comentou à Lusa a neurologista e especialista em distúrbios de sono, Teresa Paiva."Está-se a viver uma loucura de vida em Portugal. As pessoas deixaram de ter hábitos minimamente aceitáveis de dormir e têm sempre mais compromissos do que deviam ter, mesmo financeiros e desenvolvem quadros de ansiedade muito grandes", acrescentou.Para a especialista, esta "forma desassossegada de vida" é a raiz dos problemas de sono, que aliada a uma "prática errada" na prescrição dos fármacos leva a "números exagerados" no consumo de medicamentos ansiolíticos e sedativos."Há uma prática social e cultural que leva as pessoas a quererem consumir medicamentos para dormir. E qualquer médico receita um medicamento a uma pessoa que diga que não consegue dormir. É uma prática errada", adiantou. Teresa Paiva alertou ainda para os "malefícios" deste tipo de medicamentos, que causam elevada habituação e "apenas resolvem os problemas temporariamente". Podem ainda causar problemas de memória e aumentam significativamente o risco de acidentes domésticos e de viação. Consultas do sono disparamO número de consultas do sono para diagnosticar e tratar doenças como a apneia tem crescido em Portugal devido ao aumento de casos de obesidade e a um maior conhecimento destas patologias, defendeu hoje Marta Drommond, pneumologista do Hospital de São João, no Porto. Só neste hospital o número de primeiras consultas do sono cresceu 40 vezes em oito anos, de acordo com dados fornecidos à agência Lusa por esta especialista. Em 1998, quando foi criada, a consulta do sono atendeu 32 pessoas e só no ano passado foram dadas mais de 1.200 primeiras consultas que servem para detectar apneias do sono (paragens respiratórias durante a noite) ou para resolver problemas como o ressonar.No total, o Hospital de São João deu mais de 5.600 consultas deste tipo em 2006. Segundo a pneumologista Marta Drumond, o aumento do número de consultas estará relacionado com o estilo de vida actualmente, com o acréscimo de prevalência da obesidade e com o facto de os médicos de clínica geral estarem mais atentos aos sintomas da apneia do sono. Excesso de sonolência durante o dia, cefaleias matinais, cansaço extremo de manhã, ou alterações na memória são alguns dos sintomas da apneia do sono, caracterizada por paragens respiratórias superiores a 10 segundos durante a noite.A roncopatia (ressonar) também é um dos sintomas, mas quem ressona não tem necessariamente apneia do sono, sublinhou Marta Drummond. Em Portugal não há dados sobre a prevalência da apneia do sono, estando actualmente a decorrer um processo para tentar fazer convénios com empresas de estatística que façam recolha e compilação de dados.No entanto, Marta Drummond acredita que a prevalência da síndrome em Portugal é semelhante à estimativa feita para o mundo ocidental, que revela que a apneia afecta dois por cento de mulheres e quatro por cento de homens (um em cada 20 homens). O maior número de casos no sexo masculino deve-se ao facto de a via respiratória dos homens ser mais longa e ter mais tendência para fechar. Portugal inaugurou as consultas do sono em 1983, no Laboratório do Sono do Hospital de Santa Maria, em Lisboa.Então mas não era muito mais saudável, o povo agarrar numas mocas, dar umas cacetatas nos politicos, que nos irritam , enervam e fazem com que todos tenhamos uma existencia de merda para encher a barriga de meia duzia de vampiros???!!!!!! Fica mais barato que os medicamentos e dá mais resultado..se dá!!

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