Ponte de Lima:: ministério das Finanças rejeitou decisão da Geral de Aposentações e deu indicação para o caso ser reapreciado. Uma junta médica da ADSE considerou-a «incapacitada», mas outros clínicos disseram que era «muito nova para a reforma».Funcionária foi trabalhar acompanhada pelo pai. A funcionária da junta de freguesia de Vitorino de Piães, Ponte de Lima, vai entrar novamente de baixa médica, por indicação do Ministério das Finanças, até que a Caixa Geral de Aposentações proceda à reapreciação do caso, escreve a Lusa.A informação foi prestada pelo ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, que considerou que «ninguém pode ficar indiferente e insensível a esta situação», lembrando, porém, que a decisão foi baseada em pareceres médicos.Ainda bem, mais vale tarde do que nunca, eu só quero aplaudir, mas onde estava o sr. Ministro nos outros casos de morte após as juntas médicas? Ah, já sei, estava ocupado a preparar o OE, e a ver como há-de sacar mais uns cobres aos Portugueses, por mim, só por esta atitude que DESCREDIBILIZOU, a CGD (que para mim desde os acontecimentos recentes, já não tinha qualquer credibilidade) até merece ser reeleito (eh eh eh), assim foi uma "Mea Culpa" disfarçada de bom samaritano.Parabéns, meu propagandista, agora vê lá se olhas pelos outros todos que foram obrigados a trabalhar doentes... Não vá o diabo tecê-las e a propaganda cai por terra...
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Ponte de Lima:: ministério das Finanças rejeitou decisão da Geral de Aposentações e deu indicação para o caso ser reapreciado. Uma junta médica da ADSE considerou-a «incapacitada», mas outros clínicos disseram que era «muito nova para a reforma».Funcionária foi trabalhar acompanhada pelo pai. A funcionária da junta de freguesia de Vitorino de Piães, Ponte de Lima, vai entrar novamente de baixa médica, por indicação do Ministério das Finanças, até que a Caixa Geral de Aposentações proceda à reapreciação do caso, escreve a Lusa.A informação foi prestada pelo ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, que considerou que «ninguém pode ficar indiferente e insensível a esta situação», lembrando, porém, que a decisão foi baseada em pareceres médicos.Ainda bem, mais vale tarde do que nunca, eu só quero aplaudir, mas onde estava o sr. Ministro nos outros casos de morte após as juntas médicas? Ah, já sei, estava ocupado a preparar o OE, e a ver como há-de sacar mais uns cobres aos Portugueses, por mim, só por esta atitude que DESCREDIBILIZOU, a CGD (que para mim desde os acontecimentos recentes, já não tinha qualquer credibilidade) até merece ser reeleito (eh eh eh), assim foi uma "Mea Culpa" disfarçada de bom samaritano.Parabéns, meu propagandista, agora vê lá se olhas pelos outros todos que foram obrigados a trabalhar doentes... Não vá o diabo tecê-las e a propaganda cai por terra...