[O]s bancários inscritos na Caixa de Abono de Família dos Empregados Bancários (CAFEB), e admitidos antes de 3 de Março de 2009, passam a descontar para o regime geral de Segurança Social e não para a CAFEB.(...) Com este acordo, o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, vai poder contar com uma receita adicional de 100 milhões de euros para fazer face ao défice.À primeira vista isto parece um excelente negócio para os contribuintes. Mais 100 milhões de euros anuais de receita. Logo, menos 100 milhões de euros anuais em necessidades de financiamento. Certo? Errado. A receita adicional corresponde a contribuições para as reformas dos bancários. Tal como no caso da PT, quaisquer quantias que forem usadas para cobrir despesas presentes terão de ser repostas no futuro. Mas isso são impostos futuros e, tal como no passado, o governo irá alterar as regras de cálculo das reformas por forma a acomodar mais este o "buraco" orçamental.
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[O]s bancários inscritos na Caixa de Abono de Família dos Empregados Bancários (CAFEB), e admitidos antes de 3 de Março de 2009, passam a descontar para o regime geral de Segurança Social e não para a CAFEB.(...) Com este acordo, o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, vai poder contar com uma receita adicional de 100 milhões de euros para fazer face ao défice.À primeira vista isto parece um excelente negócio para os contribuintes. Mais 100 milhões de euros anuais de receita. Logo, menos 100 milhões de euros anuais em necessidades de financiamento. Certo? Errado. A receita adicional corresponde a contribuições para as reformas dos bancários. Tal como no caso da PT, quaisquer quantias que forem usadas para cobrir despesas presentes terão de ser repostas no futuro. Mas isso são impostos futuros e, tal como no passado, o governo irá alterar as regras de cálculo das reformas por forma a acomodar mais este o "buraco" orçamental.