O presidente do PS/Porto, Renato Sampaio, anunciou esta segunda-feira que se demitiu do cargo, tendo solicitado a convocação de um congresso distrital electivo.
Numa declaração aos jornalistas, sem direito a perguntas, Renato Sampaio disse que perante «a derrota nas eleições legislativas» de 5 de Junho tirou de imediato «as devidas consequências políticas», tendo explicado o porquê de não o ter assumido nessa altura.
«Só não o assumi nesse preciso momento devido à demissão do secretário-geral e à necessidade de garantir a estabilidade no interior do PS até à eleição de uma nova liderança, processo que terminou este fim-de-semana», declarou.
Segundo o presidente da federação do PS/Porto «as eleições autárquicas serão o próximo e o mais importante combate que a nova liderança do PS terá que enfrentar», que o partido «não pode perder», devendo «obedecer a uma preparação rigorosa, o que exige tempo».
Renato Sampaio nunca disse explicitamente se é recandidato ou não ao cargo, tendo, no entanto, afirmado que «fecha assim mais um ciclo» na sua vida política e que este «não é um adeus, mas um até amanhã».
«Regresso à minha condição de sempre, aquela que nunca abandonei, a de militante e sempre disponível para o meu partido», sublinhou.
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O presidente do PS/Porto, Renato Sampaio, anunciou esta segunda-feira que se demitiu do cargo, tendo solicitado a convocação de um congresso distrital electivo.
Numa declaração aos jornalistas, sem direito a perguntas, Renato Sampaio disse que perante «a derrota nas eleições legislativas» de 5 de Junho tirou de imediato «as devidas consequências políticas», tendo explicado o porquê de não o ter assumido nessa altura.
«Só não o assumi nesse preciso momento devido à demissão do secretário-geral e à necessidade de garantir a estabilidade no interior do PS até à eleição de uma nova liderança, processo que terminou este fim-de-semana», declarou.
Segundo o presidente da federação do PS/Porto «as eleições autárquicas serão o próximo e o mais importante combate que a nova liderança do PS terá que enfrentar», que o partido «não pode perder», devendo «obedecer a uma preparação rigorosa, o que exige tempo».
Renato Sampaio nunca disse explicitamente se é recandidato ou não ao cargo, tendo, no entanto, afirmado que «fecha assim mais um ciclo» na sua vida política e que este «não é um adeus, mas um até amanhã».
«Regresso à minha condição de sempre, aquela que nunca abandonei, a de militante e sempre disponível para o meu partido», sublinhou.