Resultados do Wells Fargo penalizados por menores taxas de juro

14-04-2015
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Resultados do Wells Fargo penalizados por menores taxas de juro

Cátia Simões

15:10

Mais valioso banco norte-americano registou margens de empréstimos inferiores a 3% pela primeira vez desde os anos 1990.

O Wells Fargo, o mais valioso banco norte-americano, registou pela primeira vez desde os anos 1990 uma redução nas margens de empréstimo, que foram inferiores a 3%, devido a menores taxas de juro.

Os lucros caíram 1,5% para 5,8 mil milhões de dólares, que compra com 5,89 mil milhões de dólares no homólogo, segundo os resultados citados pela Bloomberg. É a primeira vez que o lucro cai desde 2008. Ainda assim, os resultados ficaram acima das previsões dos analistas.

As receitas, contudo, aumentaram 3,2% para 21,3 mil milhões de euros, com os depósitos a crescer.

O banco está à procura de mais receitas e visa cortar despesas enquanto espera que a Reserva Federal aumente as taxas de juro, o que a maior parte dos economistas espera que aconteça no final deste ano. O rácio de eficiência do banco foi de 58,8% no primeiro trimestre, no limite das previsões da equipa de gestão.

As acções do banco estão a cair em Wall Street, mais de 1% para 53,87 dólares.

Resultados do Wells Fargo penalizados por menores taxas de juro

Cátia Simões

15:10

Mais valioso banco norte-americano registou margens de empréstimos inferiores a 3% pela primeira vez desde os anos 1990.

O Wells Fargo, o mais valioso banco norte-americano, registou pela primeira vez desde os anos 1990 uma redução nas margens de empréstimo, que foram inferiores a 3%, devido a menores taxas de juro.

Os lucros caíram 1,5% para 5,8 mil milhões de dólares, que compra com 5,89 mil milhões de dólares no homólogo, segundo os resultados citados pela Bloomberg. É a primeira vez que o lucro cai desde 2008. Ainda assim, os resultados ficaram acima das previsões dos analistas.

As receitas, contudo, aumentaram 3,2% para 21,3 mil milhões de euros, com os depósitos a crescer.

O banco está à procura de mais receitas e visa cortar despesas enquanto espera que a Reserva Federal aumente as taxas de juro, o que a maior parte dos economistas espera que aconteça no final deste ano. O rácio de eficiência do banco foi de 58,8% no primeiro trimestre, no limite das previsões da equipa de gestão.

As acções do banco estão a cair em Wall Street, mais de 1% para 53,87 dólares.

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