Eurogrupo faz novo ultimato a Atenas: novo pacote de austeridade até quarta-feira

12-07-2015
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A ronda de negociações que está hoje a decorrer em Bruxelas entre os membros do Eurogrupo e os responsáveis do Governo grego promete ser mais uma maratona e as perspectivas de chegar a acordo final mantêm-se muito difíceis.

Em cima da mesa, os membros do Eurogrupo estão a fazer novas exigências à comitiva liderada por Alexis Tsipras.

A nova data-limite para Atenas dar um sinal de que vai aceitar estas imposições é a próxima quarta-feira, dia 15 de Julho. Só depois de isso ocorrer é que o Eurogrupo se predisporá para aprovar um novo resgate financeiro de emergência à Grécia.

Alexander Stubb, ministro finlandês das Finanças, tem sido o porta-voz deste novo quadro negocial relativamente à Grécia.

À saída da reunião do Eurogrupo, Stubb explicou que entre os membros do Eurogrupo foram acordadas condicionalidades que a Grécia terá de aplicar no terreno: reformas no sector das pensões, no mercado de trabalho, ao nível do IVA e diversas condições que têm de ser cumpridas ao nível da realização mais privatizações.

Também à saída do Eurogrupo, o ministro das Finanças da Bélgica, Van Overtveldt, afirmou que os ministros do Eurogrupo acordaram "90%" e que os restantes 10% do futuro acordo para a Grécia seguir cabem aos Chefes de Estado e de Governo dos 19 países da Zona Euro, que estão reunidos na cimeira de emergência que começou pelas 15h15m, hora de Lisboa (16h15m, hora local).

A ronda de negociações que está hoje a decorrer em Bruxelas entre os membros do Eurogrupo e os responsáveis do Governo grego promete ser mais uma maratona e as perspectivas de chegar a acordo final mantêm-se muito difíceis.

Em cima da mesa, os membros do Eurogrupo estão a fazer novas exigências à comitiva liderada por Alexis Tsipras.

A nova data-limite para Atenas dar um sinal de que vai aceitar estas imposições é a próxima quarta-feira, dia 15 de Julho. Só depois de isso ocorrer é que o Eurogrupo se predisporá para aprovar um novo resgate financeiro de emergência à Grécia.

Alexander Stubb, ministro finlandês das Finanças, tem sido o porta-voz deste novo quadro negocial relativamente à Grécia.

À saída da reunião do Eurogrupo, Stubb explicou que entre os membros do Eurogrupo foram acordadas condicionalidades que a Grécia terá de aplicar no terreno: reformas no sector das pensões, no mercado de trabalho, ao nível do IVA e diversas condições que têm de ser cumpridas ao nível da realização mais privatizações.

Também à saída do Eurogrupo, o ministro das Finanças da Bélgica, Van Overtveldt, afirmou que os ministros do Eurogrupo acordaram "90%" e que os restantes 10% do futuro acordo para a Grécia seguir cabem aos Chefes de Estado e de Governo dos 19 países da Zona Euro, que estão reunidos na cimeira de emergência que começou pelas 15h15m, hora de Lisboa (16h15m, hora local).

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