Ucrânia pede entrada de 'capacetes azuis'

20-02-2015
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Ucrânia pede entrada de 'capacetes azuis'

Ana Petronilho

ana.petronilho@economico.pt

Ontem 10:45

Conselho de Defesa e Segurança da Ucrânia aprovou ontem pedido de Poroshenko permitindo a entrada de missiva da ONU para tentar manter a paz no país.

A Ucrânia aprovou ontem um pedido de entrada no país de uma missão de manutenção de paz da ONU, para impor o acordo de cessar-fogo, algo que promete enfrentar a oposição russa.

O pedido de entrada de 'capacetes azuis' para tentar manter a paz foi feito pelo presidente ucraniano, Petro Poroshenko e foi ontem aprovado depois de uma reunião de emergência do Conselho de Defesa e Segurança daquele país, segundo a Reuters.

O acordo de cessar-fogo - o segundo nos últimos seis meses - foi quebrado no Leste da Ucrânia, depois de Debaltseve ter caído nas mãos dos rebeldes pró-russos.

A ofensiva na cidade ferroviária foi lançada no terceiro dia da nova trégua que resultou de uma maratona de negociações em Minsk, na semana passada, mas que nunca saiu do papel.

Ucrânia pede entrada de 'capacetes azuis'

Ana Petronilho

ana.petronilho@economico.pt

Ontem 10:45

Conselho de Defesa e Segurança da Ucrânia aprovou ontem pedido de Poroshenko permitindo a entrada de missiva da ONU para tentar manter a paz no país.

A Ucrânia aprovou ontem um pedido de entrada no país de uma missão de manutenção de paz da ONU, para impor o acordo de cessar-fogo, algo que promete enfrentar a oposição russa.

O pedido de entrada de 'capacetes azuis' para tentar manter a paz foi feito pelo presidente ucraniano, Petro Poroshenko e foi ontem aprovado depois de uma reunião de emergência do Conselho de Defesa e Segurança daquele país, segundo a Reuters.

O acordo de cessar-fogo - o segundo nos últimos seis meses - foi quebrado no Leste da Ucrânia, depois de Debaltseve ter caído nas mãos dos rebeldes pró-russos.

A ofensiva na cidade ferroviária foi lançada no terceiro dia da nova trégua que resultou de uma maratona de negociações em Minsk, na semana passada, mas que nunca saiu do papel.

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