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Governo quer preencher 15 mil vagas nas tecnologias
16:43 Joana Moura
Até 2020 haverá 15 mil vagas de emprego para preencher no sector das tecnologias de informação.
Requalificação de desempregados, introdução ou reforço das actividades relacionadas com tecnologias nos ensinos básico e secundário, captação de investimento de empresas estrangeiras, aumento do número de licenciados de informática e promoção de novos negócios e startups. São estas as medidas propostas pela Estratégia Nacional e Plano de Acção para a Empregabilidade Digital 2015-2020, que foi apresentada esta semana por uma coligação de institutos, fundações, associações e empresas e que é liderada pela fundação para a Ciência e Tecnologia. O objectivo é claro: diminuir a escassez de profissionais no sector das tecnologias, que se prevê que chegue às 15 mil vagas em 2020 - cinco vezes mais do que o número estimado em 2012.
A nova estratégia nacional para a promoção do emprego tecnológico deverá contar com fundos nacionais, comunitários e de empresas. As várias iniciativas poderão ser aplicadas através de consórcios que repartem responsabilidades e raios de acção. Na União Europeia, são 900 mil as vagas que o programa de captação de novos profissionais pretende preencher e, em Portugal, o problema também já está identificado. De acordo com a Comissão Europeia, apenas 2,5% dos profissionais portugueses trabalha no sector das tecnologias, o que coloca o país no fundo da lista.
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Governo quer preencher 15 mil vagas nas tecnologias
16:43 Joana Moura
Até 2020 haverá 15 mil vagas de emprego para preencher no sector das tecnologias de informação.
Requalificação de desempregados, introdução ou reforço das actividades relacionadas com tecnologias nos ensinos básico e secundário, captação de investimento de empresas estrangeiras, aumento do número de licenciados de informática e promoção de novos negócios e startups. São estas as medidas propostas pela Estratégia Nacional e Plano de Acção para a Empregabilidade Digital 2015-2020, que foi apresentada esta semana por uma coligação de institutos, fundações, associações e empresas e que é liderada pela fundação para a Ciência e Tecnologia. O objectivo é claro: diminuir a escassez de profissionais no sector das tecnologias, que se prevê que chegue às 15 mil vagas em 2020 - cinco vezes mais do que o número estimado em 2012.
A nova estratégia nacional para a promoção do emprego tecnológico deverá contar com fundos nacionais, comunitários e de empresas. As várias iniciativas poderão ser aplicadas através de consórcios que repartem responsabilidades e raios de acção. Na União Europeia, são 900 mil as vagas que o programa de captação de novos profissionais pretende preencher e, em Portugal, o problema também já está identificado. De acordo com a Comissão Europeia, apenas 2,5% dos profissionais portugueses trabalha no sector das tecnologias, o que coloca o país no fundo da lista.