PS acusa coligação de deturpar contas das prestações sociais

21-09-2015
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Em declarações ao Económico, o deputado socialista lamenta a forma como a discussão sobre a proposta do PS, que estima uma poupança de mil milhões de euros, no conjunto da legislatura, com a existência de condição de recursos nas prestações sociais não contributivas.

"Uma coisa é dizer que se quer poupar 250 milhões de euros, por ano", afirma Vieira da Silva, para salientar que quando se fala numa poupança de mil milhões de euros, esta poupança é no conjunto de quatro anos.

O deputado socialista lembra ainda as contas da proposta da coligação para a Segurança Social: "600 milhões de euros ao ano vezes quatro dá 2400 milhões", quantifica. "E sem se dizer como é que se faz".

Vieira da Silva referia-se à proposta da coligação para encolher o saldo da Segurança Social em 600 milhões de euros logo em 2016.

"Outra coisa é falar em poupanças" que resultam da "existência de diversas situações onde há possibilidade de ser mais eficaz", acrescenta o socialista.

Além disso, Vieira da Silva acrescenta que o PS tem no seu programa a criação de um Complemento Salarial Anual "que vai sobrepor-se a outras prestações não contributivas".

O deputado não revela quais as prestações sociais não contributivas que contribuirão para aquela poupança e lembra até a "falta de informação" que existe sobre os dados da Segurança Social.

No entanto, Vieira da Silva refere que a "convergência da condição de recursos é algo que deve ser feito". A condição de recursos é um limite fixado para definir que pessoas podem ter acesso a um apoio social.

O deputado sintetiza qual a proposta do PS nesta área: "Não haver cortes nas pensões em pagamento" e "melhorar a eficácia do sistema". "Não compreendo como podem questionar isto", interroga-se.

O ex-ministro da Segurança Social afasta ainda a ideia de aplicar condição de recursos aos beneficiários da acção social prestada pelas Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS). Até porque "já existe condição de recursos na acção social".

Ou seja, as verbas que o Estado transfere para as IPSS são depois atribuídas aos beneficiários numa lógica de ajudar mais quem mais precisa. "AS IPSS fazem uma diferenciação positiva aos mais pobres".

Em declarações ao Económico, o deputado socialista lamenta a forma como a discussão sobre a proposta do PS, que estima uma poupança de mil milhões de euros, no conjunto da legislatura, com a existência de condição de recursos nas prestações sociais não contributivas.

"Uma coisa é dizer que se quer poupar 250 milhões de euros, por ano", afirma Vieira da Silva, para salientar que quando se fala numa poupança de mil milhões de euros, esta poupança é no conjunto de quatro anos.

O deputado socialista lembra ainda as contas da proposta da coligação para a Segurança Social: "600 milhões de euros ao ano vezes quatro dá 2400 milhões", quantifica. "E sem se dizer como é que se faz".

Vieira da Silva referia-se à proposta da coligação para encolher o saldo da Segurança Social em 600 milhões de euros logo em 2016.

"Outra coisa é falar em poupanças" que resultam da "existência de diversas situações onde há possibilidade de ser mais eficaz", acrescenta o socialista.

Além disso, Vieira da Silva acrescenta que o PS tem no seu programa a criação de um Complemento Salarial Anual "que vai sobrepor-se a outras prestações não contributivas".

O deputado não revela quais as prestações sociais não contributivas que contribuirão para aquela poupança e lembra até a "falta de informação" que existe sobre os dados da Segurança Social.

No entanto, Vieira da Silva refere que a "convergência da condição de recursos é algo que deve ser feito". A condição de recursos é um limite fixado para definir que pessoas podem ter acesso a um apoio social.

O deputado sintetiza qual a proposta do PS nesta área: "Não haver cortes nas pensões em pagamento" e "melhorar a eficácia do sistema". "Não compreendo como podem questionar isto", interroga-se.

O ex-ministro da Segurança Social afasta ainda a ideia de aplicar condição de recursos aos beneficiários da acção social prestada pelas Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS). Até porque "já existe condição de recursos na acção social".

Ou seja, as verbas que o Estado transfere para as IPSS são depois atribuídas aos beneficiários numa lógica de ajudar mais quem mais precisa. "AS IPSS fazem uma diferenciação positiva aos mais pobres".

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