«Este projecto abortou» (Clara)«O facto de o ministro Pedro Silva Pereira afirmar que "não há qualquer decisão política final" retira toda a margem de manobra ao MS (enquanto titular de um cargo político). O ministro Silva Pereira não saíu - como se pretende fazer crer - em defesa de CC. Veio a terreiro para as exéquias.» (É-Pá)«Silva Pereira defendeu, à sua maneira, o estudo da Comissão e tentou pôr calma quanto à forma e timing da sua implementação. O Governo, como é seu timbre, não vai recuar» (Saudepe)A propósito de coisa bem menos importante, o ex-PR Dr Mário Soares veio em apoio de manifestantes proferindo a célebre frase do direito à indignação. (tonitosa)Não se pede aos cidadãos que compreendam por que é melhor ter menos urgências, mas melhores – mas exige-se dos autarcas que não incendeiem o bairrismo e procurem, ao menos, compreender os argumentos da racionalidade. (JMF) da Patuleia a Chaves, a Valença, a…etc.link“A racionalização economicista e tecnicista está a dominar a reforma" do SNS. O ministro Correia de Campos "utiliza a fachada de uma comissão técnica para impor índices estatísticos elaborados pelo Banco Mundial", para justificar às populações que determinadas valências são inviáveis."O que não põe à discussão é como é que chegou a esses critérios" que deveriam "ser discutidos pelos cidadãos".(Boaventura Sousa Santos, JN 20.02.07). link «Quando Silva Pereira afirma que “não há qualquer decisão política final” está, de facto, a pôr o dedo na ferida. É que a decisão nunca será integralmente a que o relatório aponta. Apenas servirá para colorir uma opção, como CC tanto gosta. E porque a decisão é política, não é de estranhar as movimentações a que assistimos, todas elas de pressão política. Com aproveitamentos locais, como sempre acontece.» (Saúde na Beira Interior)Depois do encerramento das maternidades, SAPs e centenas de escolas, era previsível forte contestação popular ao encerramento das urgências.CC, mais uma vez, não soube conduzir este processo. O diálogo crispado (peixarada) que tem mantido, nos últimos dias, com os autarcas de Valença e Chaves ficará para a história como exemplo de inabilidade e grosseria política.Condição prévia ao programa de encerramento de quinze serviços de urgência: discussão das alternativas pré-hospitalares (referenciação, INEM, etc) e Hospitalares (equipamento dos novos SUBs, criação de novos serviços nos novos SUPs, reforço dos SUMCs). A falta de dinheiro e/ou a arrogância política, assim não o determinaram (até ao recente comunicado de Carmen Pignatelli).Apesar da forte contestação, a decisão política final do XVII Governo Constitucional não se afastará muito das propostas da Comissão. Tal decisão constituirá, por certo, mais um oportuno contributo para o reforço das sondagens (o PS subiu quatro pontos percentuais no recente Barómetro Marktest). Talvez mesmo CC (o ministro menos popular com 29 por cento negativos), após esta decisão, inicie a recuperação. linkDois pequenos indicadores sobre o destino que este Governo está a construir para o povo português. Primeiro: JMF, faz parte, hoje em dia, com todo o mérito, da corte de cronistas do XVII Governo Constitucional Da Patuleia a Chaves, a Valença, a … etc.(link) ; Segundo: Este bem mais perigoso:Aposta liberal (link)
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«Este projecto abortou» (Clara)«O facto de o ministro Pedro Silva Pereira afirmar que "não há qualquer decisão política final" retira toda a margem de manobra ao MS (enquanto titular de um cargo político). O ministro Silva Pereira não saíu - como se pretende fazer crer - em defesa de CC. Veio a terreiro para as exéquias.» (É-Pá)«Silva Pereira defendeu, à sua maneira, o estudo da Comissão e tentou pôr calma quanto à forma e timing da sua implementação. O Governo, como é seu timbre, não vai recuar» (Saudepe)A propósito de coisa bem menos importante, o ex-PR Dr Mário Soares veio em apoio de manifestantes proferindo a célebre frase do direito à indignação. (tonitosa)Não se pede aos cidadãos que compreendam por que é melhor ter menos urgências, mas melhores – mas exige-se dos autarcas que não incendeiem o bairrismo e procurem, ao menos, compreender os argumentos da racionalidade. (JMF) da Patuleia a Chaves, a Valença, a…etc.link“A racionalização economicista e tecnicista está a dominar a reforma" do SNS. O ministro Correia de Campos "utiliza a fachada de uma comissão técnica para impor índices estatísticos elaborados pelo Banco Mundial", para justificar às populações que determinadas valências são inviáveis."O que não põe à discussão é como é que chegou a esses critérios" que deveriam "ser discutidos pelos cidadãos".(Boaventura Sousa Santos, JN 20.02.07). link «Quando Silva Pereira afirma que “não há qualquer decisão política final” está, de facto, a pôr o dedo na ferida. É que a decisão nunca será integralmente a que o relatório aponta. Apenas servirá para colorir uma opção, como CC tanto gosta. E porque a decisão é política, não é de estranhar as movimentações a que assistimos, todas elas de pressão política. Com aproveitamentos locais, como sempre acontece.» (Saúde na Beira Interior)Depois do encerramento das maternidades, SAPs e centenas de escolas, era previsível forte contestação popular ao encerramento das urgências.CC, mais uma vez, não soube conduzir este processo. O diálogo crispado (peixarada) que tem mantido, nos últimos dias, com os autarcas de Valença e Chaves ficará para a história como exemplo de inabilidade e grosseria política.Condição prévia ao programa de encerramento de quinze serviços de urgência: discussão das alternativas pré-hospitalares (referenciação, INEM, etc) e Hospitalares (equipamento dos novos SUBs, criação de novos serviços nos novos SUPs, reforço dos SUMCs). A falta de dinheiro e/ou a arrogância política, assim não o determinaram (até ao recente comunicado de Carmen Pignatelli).Apesar da forte contestação, a decisão política final do XVII Governo Constitucional não se afastará muito das propostas da Comissão. Tal decisão constituirá, por certo, mais um oportuno contributo para o reforço das sondagens (o PS subiu quatro pontos percentuais no recente Barómetro Marktest). Talvez mesmo CC (o ministro menos popular com 29 por cento negativos), após esta decisão, inicie a recuperação. linkDois pequenos indicadores sobre o destino que este Governo está a construir para o povo português. Primeiro: JMF, faz parte, hoje em dia, com todo o mérito, da corte de cronistas do XVII Governo Constitucional Da Patuleia a Chaves, a Valença, a … etc.(link) ; Segundo: Este bem mais perigoso:Aposta liberal (link)