Bruxelas diz que metas de Portugal "continuam válidas"

04-07-2012
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A Comissão Europeia diz que as metas do programa de ajustamento de Portugal "continuam válidas" e "alcançáveis".

Num relatório relativo à quarta avaliação do programa de assistência a Portugal, a que a Bloomberg teve acesso, a Comissão Europeia afirma que o programa de ajustamento português decorre "amplamente" conforme o planeado e que a meta do défice para 2012 é ainda atingível, apesar do aumento dos riscos.

No documento, Bruxelas afirma que as projecções de financiamento de Portugal "permanecem válidas". Ou seja, Bruxelas considera que será possível Portugal regressar aos mercados na segunda metade do próximo ano, tal como está previsto no memorando com a troika.

A Comissão Europeia indica ainda que "os juros de longo-prazo das obrigações portuguesas desceram, mas continuam elevados", acrescentando que "apesar de serem desenvolvimentos positivos, as 'yields' ainda indicam que os mercados precisam de ser convencidos quanto à viabilidade de Portugal recuperar o acesso ao mercado".

O juro das obrigações a 10 anos portuguesas está actualmente acima dos 10%, enquanto a 'yield' a 2 anos está muito perto dos 8%.

No mesmo documento, a Comissão Europeia indica que o limite para o défice este ano, de 4,5% do PIB, "permanece alcançável, mas os riscos orçamentais aumentaram significativamente", nomeadamente devido à quebra das receitas com impostos, que recuaram 3,5% até Maio, de acordo com os últimos dados do Governo. "Em adição, a taxa de desemprego mais elevada que o esperado pesa no orçamento da segurança social", aponta a Comissão.

Também o primeiro-ministro português Passos Coelho admitiu hoje que o cumprimento do défice "é um objectivo ambicioso" e um processo que não está isento de riscos.

A Comissão Europeia diz ainda que há "poucos sinais" de que Portugal esteja prestes a desacelerar o ritmo de implementação do programa de reformas, e adianta que o potencial de crescimento da economia portuguesa deve crescer.

Citada pela Bloomberg, a instituição liderada por Durão Barroso diz ainda que a troika continua a monitorizar de perto as condições de financiamento de Portugal.

A Comissão Europeia diz que as metas do programa de ajustamento de Portugal "continuam válidas" e "alcançáveis".

Num relatório relativo à quarta avaliação do programa de assistência a Portugal, a que a Bloomberg teve acesso, a Comissão Europeia afirma que o programa de ajustamento português decorre "amplamente" conforme o planeado e que a meta do défice para 2012 é ainda atingível, apesar do aumento dos riscos.

No documento, Bruxelas afirma que as projecções de financiamento de Portugal "permanecem válidas". Ou seja, Bruxelas considera que será possível Portugal regressar aos mercados na segunda metade do próximo ano, tal como está previsto no memorando com a troika.

A Comissão Europeia indica ainda que "os juros de longo-prazo das obrigações portuguesas desceram, mas continuam elevados", acrescentando que "apesar de serem desenvolvimentos positivos, as 'yields' ainda indicam que os mercados precisam de ser convencidos quanto à viabilidade de Portugal recuperar o acesso ao mercado".

O juro das obrigações a 10 anos portuguesas está actualmente acima dos 10%, enquanto a 'yield' a 2 anos está muito perto dos 8%.

No mesmo documento, a Comissão Europeia indica que o limite para o défice este ano, de 4,5% do PIB, "permanece alcançável, mas os riscos orçamentais aumentaram significativamente", nomeadamente devido à quebra das receitas com impostos, que recuaram 3,5% até Maio, de acordo com os últimos dados do Governo. "Em adição, a taxa de desemprego mais elevada que o esperado pesa no orçamento da segurança social", aponta a Comissão.

Também o primeiro-ministro português Passos Coelho admitiu hoje que o cumprimento do défice "é um objectivo ambicioso" e um processo que não está isento de riscos.

A Comissão Europeia diz ainda que há "poucos sinais" de que Portugal esteja prestes a desacelerar o ritmo de implementação do programa de reformas, e adianta que o potencial de crescimento da economia portuguesa deve crescer.

Citada pela Bloomberg, a instituição liderada por Durão Barroso diz ainda que a troika continua a monitorizar de perto as condições de financiamento de Portugal.

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