De Coimbra para o Mundo (Homenagem singela à velha mas sempre jovem Universidade)

07-09-2014
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Lira Moderna (extracto)

Eu creio no progresso indefinido.

O movimento histórico não cessa!

Das nuvens, que o traziam envolvido,

Ainda agora a despontar começa

O astro-rei, em torno do qual gravita

Todo o sistema das humanas ciências,

O fecho dessa abóbada infinita,

A luz destas sombrias consciências!

Sim! a sociologia, em seu percurso,

Que os evos do porvir verão passar,

Há-de mudar inteiramente o curso

Dos nossos velhos modos de pensar!

De Manuel Duarte de Almeida, em “A Evolução”, n.º 3, Coimbra, Dezembro de 1876

Lira Moderna (extracto)

Eu creio no progresso indefinido.

O movimento histórico não cessa!

Das nuvens, que o traziam envolvido,

Ainda agora a despontar começa

O astro-rei, em torno do qual gravita

Todo o sistema das humanas ciências,

O fecho dessa abóbada infinita,

A luz destas sombrias consciências!

Sim! a sociologia, em seu percurso,

Que os evos do porvir verão passar,

Há-de mudar inteiramente o curso

Dos nossos velhos modos de pensar!

De Manuel Duarte de Almeida, em “A Evolução”, n.º 3, Coimbra, Dezembro de 1876

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