(Este é um dos muitos vÃdeos que têm chegado enviados por activistas e populares. Está no forno, no Ministério da Verdade, uma edição de todos eles, com cada um dos momentos da vaia e da evacuação do Passos Coelho da Feira do Livro, que não deixará ninguém falar pela boca dos que souberam dizer ao que iam em alto e bom som.)
Activistas que estavam nas diferentes iniciativas que decorreram na tarde de ontem da Primavera Global, avisados da presença do primeiro-ministro na feira do livro pelo Plenário da Plataforma 15 de Outubro (por sua vez chamada por populares que estavam na feira), foram ao seu encontro para o confrontar com as suas declarações sobre o desemprego e as reivindicações que têm caracterizado o movimento.
O primeiro-ministro recusou o desafio e face às vaias e ao crescente apoio popular que se fez sentir foi rapidamente evacuado pelo protocolo e pelas forças de segurança.
Palavras de ordem como “Passos, ladrão, o teu lugar é na prisão – Passos, ladrão, pede a demissão” – “Fora já daqui, a fome a miséria e o FMI” – “Quem deve aqui dinheiro é o banqueiro” – “Queremos trabalho!”, foram aplaudidas e gritadas também por parte da população que, na sua generalidade, saudou a interpelação surpresa.
À saÃda, confrontados com a cobardia manifestada pelo primeiro-ministro e perante o desproporcional aparato e comportamento policial, activistas, transeuntes e até feirantes não deixaram de sublinhar que afinal os medricas são outros e, ao som de “Piegas! Piegas! Piegas!”, o Passos Coelho acabou por ser evacuado da Feira do Livro.
A flashmob foi vista um pouco por toda a imprensa – Edição da Noite e podcast da SIC, na TVI, na RTP, nas edições online da Visão, do DN, do CM, do Económico, do Público, da Bola, do i e no JN, mas com ligeira excepção para a cobertura da SIC e da Lusa, todos distorceram os factos. Passos Coelho não tentou falar com os manifestantes, foi vaiado mas não foi insultado e várias provocações da polÃcia extravasaram a razoabilidade e as suas funções no local. Nas reportagens, vÃdeos e imagens partilhadas nos grupos da Primavera Global, da Plataforma 15 de Outubro e do Movimento Sem Emprego, podem testemunhar os factos tal e qual eles aconteceram.
A “Operação Charme Literário Abortada”, como alguém já lhe chamou, foi um sucesso.
(Este é um dos muitos vÃdeos que têm chegado enviados por activistas e populares. Está no forno, no Ministério da Verdade, uma edição de todos eles, com cada um dos momentos da vaia e da evacuação do Passos Coelho da Feira do Livro, que não deixará ninguém falar pela boca dos que souberam dizer ao que iam em alto e bom som.)
Activistas que estavam nas diferentes iniciativas que decorreram na tarde de ontem da Primavera Global, avisados da presença do primeiro-ministro na feira do livro pelo Plenário da Plataforma 15 de Outubro (por sua vez chamada por populares que estavam na feira), foram ao seu encontro para o confrontar com as suas declarações sobre o desemprego e as reivindicações que têm caracterizado o movimento.
O primeiro-ministro recusou o desafio e face às vaias e ao crescente apoio popular que se fez sentir foi rapidamente evacuado pelo protocolo e pelas forças de segurança.
Palavras de ordem como “Passos, ladrão, o teu lugar é na prisão – Passos, ladrão, pede a demissão” – “Fora já daqui, a fome a miséria e o FMI” – “Quem deve aqui dinheiro é o banqueiro” – “Queremos trabalho!”, foram aplaudidas e gritadas também por parte da população que, na sua generalidade, saudou a interpelação surpresa.
À saÃda, confrontados com a cobardia manifestada pelo primeiro-ministro e perante o desproporcional aparato e comportamento policial, activistas, transeuntes e até feirantes não deixaram de sublinhar que afinal os medricas são outros e, ao som de “Piegas! Piegas! Piegas!”, o Passos Coelho acabou por ser evacuado da Feira do Livro.
A flashmob foi vista um pouco por toda a imprensa – Edição da Noite e podcast da SIC, na TVI, na RTP, nas edições online da Visão, do DN, do CM, do Económico, do Público, da Bola, do i e no JN, mas com ligeira excepção para a cobertura da SIC e da Lusa, todos distorceram os factos. Passos Coelho não tentou falar com os manifestantes, foi vaiado mas não foi insultado e várias provocações da polÃcia extravasaram a razoabilidade e as suas funções no local. Nas reportagens, vÃdeos e imagens partilhadas nos grupos da Primavera Global, da Plataforma 15 de Outubro e do Movimento Sem Emprego, podem testemunhar os factos tal e qual eles aconteceram.
A “Operação Charme Literário Abortada”, como alguém já lhe chamou, foi um sucesso.