Passos coloca pressão sobre Tribunal Constitucional

17-08-2013
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“Alguns dos resultados conseguidos até hoje podem estar em causa", disse Passos Coelho na rentrée política do PSD.

No discurso da Festa do Pontal, a rentrée política do PSD, no Algarve, o primeiro-ministro admitiu que algumas medidas do Governo podem ser chumbadas pelo Tribunal Constitucional.

"Alguns dos resultados conseguidos até hoje podem estar em causa", afirmou Pedro Passos Coelho. O líder social-democrata acrescentou ainda que o País "não pode andar para trás e pôr tudo em causa novamente" e que o que está em causa "está muito para além da vida deste governo e desta legislatura".

Num discurso muito marcado pela economia, Pedro Passos Coelho começou por se congratular com o desempenho registado pela economia portuguesa no segundo trimestre do ano, com o crescimento de 1,1% do Produto Interno Bruto face aos primeiros três meses do ano.

"A economia portuguesa apresentou o melhor desempenho europeu", disse Passos. Sobre a crise económica, o primeiro-ministro lembrou que existem ainda "riscos significativos" para o país, nomeadamente ao nível do comportamento da economia europeia. "Ninguém tome por adquirido que a crise acabou", disse.

Em relação às autárquicas de Setembro, Passos sublinhou que "nenhuma instabilidade resultará" das eleições.

“Alguns dos resultados conseguidos até hoje podem estar em causa", disse Passos Coelho na rentrée política do PSD.

No discurso da Festa do Pontal, a rentrée política do PSD, no Algarve, o primeiro-ministro admitiu que algumas medidas do Governo podem ser chumbadas pelo Tribunal Constitucional.

"Alguns dos resultados conseguidos até hoje podem estar em causa", afirmou Pedro Passos Coelho. O líder social-democrata acrescentou ainda que o País "não pode andar para trás e pôr tudo em causa novamente" e que o que está em causa "está muito para além da vida deste governo e desta legislatura".

Num discurso muito marcado pela economia, Pedro Passos Coelho começou por se congratular com o desempenho registado pela economia portuguesa no segundo trimestre do ano, com o crescimento de 1,1% do Produto Interno Bruto face aos primeiros três meses do ano.

"A economia portuguesa apresentou o melhor desempenho europeu", disse Passos. Sobre a crise económica, o primeiro-ministro lembrou que existem ainda "riscos significativos" para o país, nomeadamente ao nível do comportamento da economia europeia. "Ninguém tome por adquirido que a crise acabou", disse.

Em relação às autárquicas de Setembro, Passos sublinhou que "nenhuma instabilidade resultará" das eleições.

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