Segundo o ministro Pedro Mota Soares, 90% dos pensionistas da Segurança Social ficam de fora desta solução.
O ministro da Solidariedade e Segurança Social, Pedro Mota Soares, revela que está a trabalhar para que os pensionistas que ganham mais de 600 euros também venham a receber os subsídios em duodécimos.
Em entrevista à Antena1 e ao Jornal de Negócios, Mota Soares explica que ficam de fora os pensionistas com reformas baixas, nomeadamente os da Segurança Social, pensões mínimas, sociais e rurais.
Por ganharem abaixo de 600 euros, "quase 90% dos pensionistas da Segurança Social não verão os seus subsídios ser tocados", afirma Mota Soares. "Estamos a falar de pensionistas que têm pensões baixas e não terão um agravamento da carga fiscal nas suas pensões e por isso mesmo não faz sentido, nesses casos, dividir o pagamento dos subsídios", acrescenta.
Para os restantes, o Governo "está a trabalhar" numa solução "similar à dos trabalhadores em funções públicas", adianta.
O ministro não coloca de lado a possibilidade de se vir a diluir de forma permanente os subsídios pelos 12 salários e afirma que "é uma reflexão que se deve fazer em sede de concertação social", o que não teria sido possível em mês e meio.
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Segundo o ministro Pedro Mota Soares, 90% dos pensionistas da Segurança Social ficam de fora desta solução.
O ministro da Solidariedade e Segurança Social, Pedro Mota Soares, revela que está a trabalhar para que os pensionistas que ganham mais de 600 euros também venham a receber os subsídios em duodécimos.
Em entrevista à Antena1 e ao Jornal de Negócios, Mota Soares explica que ficam de fora os pensionistas com reformas baixas, nomeadamente os da Segurança Social, pensões mínimas, sociais e rurais.
Por ganharem abaixo de 600 euros, "quase 90% dos pensionistas da Segurança Social não verão os seus subsídios ser tocados", afirma Mota Soares. "Estamos a falar de pensionistas que têm pensões baixas e não terão um agravamento da carga fiscal nas suas pensões e por isso mesmo não faz sentido, nesses casos, dividir o pagamento dos subsídios", acrescenta.
Para os restantes, o Governo "está a trabalhar" numa solução "similar à dos trabalhadores em funções públicas", adianta.
O ministro não coloca de lado a possibilidade de se vir a diluir de forma permanente os subsídios pelos 12 salários e afirma que "é uma reflexão que se deve fazer em sede de concertação social", o que não teria sido possível em mês e meio.