UGT avisa Governo: Prolongamento do corte nas horas extra tem de cair

30-05-2014
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UGT avisa Governo: Prolongamento do corte nas horas extra tem de cair

Denise Fernandes

Ontem 17:22

A UGT insiste que o Governo deve retirar de cima da mesa da concertação social o prolongamento dos cortes no valor das horas extraordinárias bem como a medida que permite a suspensão das convenções colectivas.

Tal como avança hoje o Diário Económico, o ministério de Pedro Mota Soares enviou aos parceiros sociais uma nova versão das propostas sobre a negociação colectiva, numa tentativa de aproximação às exigências da UGT.

Apesar das alterações, o Executivo mantém a intenção de prolongar até final do ano (e não até 31 de Julho) o corte generalizado no valor das horas extra. Os patrões queriam o prolongamento por mais dois anos.

Porém, em comunicado divulgado hoje, a central sindical deixa um aviso ao Governo: "Se deseja manter um diálogo profícuo e de compromisso connosco, retire da agenda da CPCS as propostas de alteração ao Código do Trabalho, designadamente, a a prorrogação da manutenção dos cortes no valor do trabalho suplementar, que deverá terminar dia 31 de Julho de 2014" bem como "a suspensão da vigência das convenções colectivas de trabalho, ou de parte delas, ao nível da empresa por acordo entre o empregador e as comissões sindicais ou intersindicais".

"Sem a retirada destas propostas e sem um compromisso claro de actualização do salário mínimo nacional e de desbloqueamento da negociação colectiva, torna-se inviável para a UGT discutir quaisquer outras matérias em sede de concertação social", lê-se no comunicado da central sindical liderada por Carlos Silva.

O comunicado da UGT foi divulgado esta tarde, enquanto o grupo de trabalho criado para discutir o salário mínimo está reunido na concertação social com o ministro Pedro Mota Soares.

O governante deverá entregar ainda hoje ao grupo de trabalho um relatório sobre o salário mínimo.

UGT avisa Governo: Prolongamento do corte nas horas extra tem de cair

Denise Fernandes

Ontem 17:22

A UGT insiste que o Governo deve retirar de cima da mesa da concertação social o prolongamento dos cortes no valor das horas extraordinárias bem como a medida que permite a suspensão das convenções colectivas.

Tal como avança hoje o Diário Económico, o ministério de Pedro Mota Soares enviou aos parceiros sociais uma nova versão das propostas sobre a negociação colectiva, numa tentativa de aproximação às exigências da UGT.

Apesar das alterações, o Executivo mantém a intenção de prolongar até final do ano (e não até 31 de Julho) o corte generalizado no valor das horas extra. Os patrões queriam o prolongamento por mais dois anos.

Porém, em comunicado divulgado hoje, a central sindical deixa um aviso ao Governo: "Se deseja manter um diálogo profícuo e de compromisso connosco, retire da agenda da CPCS as propostas de alteração ao Código do Trabalho, designadamente, a a prorrogação da manutenção dos cortes no valor do trabalho suplementar, que deverá terminar dia 31 de Julho de 2014" bem como "a suspensão da vigência das convenções colectivas de trabalho, ou de parte delas, ao nível da empresa por acordo entre o empregador e as comissões sindicais ou intersindicais".

"Sem a retirada destas propostas e sem um compromisso claro de actualização do salário mínimo nacional e de desbloqueamento da negociação colectiva, torna-se inviável para a UGT discutir quaisquer outras matérias em sede de concertação social", lê-se no comunicado da central sindical liderada por Carlos Silva.

O comunicado da UGT foi divulgado esta tarde, enquanto o grupo de trabalho criado para discutir o salário mínimo está reunido na concertação social com o ministro Pedro Mota Soares.

O governante deverá entregar ainda hoje ao grupo de trabalho um relatório sobre o salário mínimo.

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