Os «casamentos improváveis» que resultam da fusão do Instituto Português da Juventude, Instituto do Desporto, Movijovem e Fundação para o Desenvolvimento das Tecnologias de Informação, anunciada esta sexta-feira pelo primeiro-ministro, no Parlamento, são alvo de críticas por parte da Juventude Socialista.
A opção de agrupar «entidades de natureza diferente», como forma de agilizar a extinção e/ou fusão de organismos públicos preconizada pelo Governo, é «duvidosa», na opinião do líder da JS, Pedro Alves.
Nem em nome da contenção de custos é de fácil aceitação para a JS. A contenção «tem relevo», sim, mas «não pode traduzir-se em casamentos improváveis».
Já em matéria de transportes, a extinção da RAVE - que vai transferir todas as competências para a Refer - e da empresa responsável pelo aeroporto de Beja e pelo novo aeroporto, as reservas da JS «são inexistentes».
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Os «casamentos improváveis» que resultam da fusão do Instituto Português da Juventude, Instituto do Desporto, Movijovem e Fundação para o Desenvolvimento das Tecnologias de Informação, anunciada esta sexta-feira pelo primeiro-ministro, no Parlamento, são alvo de críticas por parte da Juventude Socialista.
A opção de agrupar «entidades de natureza diferente», como forma de agilizar a extinção e/ou fusão de organismos públicos preconizada pelo Governo, é «duvidosa», na opinião do líder da JS, Pedro Alves.
Nem em nome da contenção de custos é de fácil aceitação para a JS. A contenção «tem relevo», sim, mas «não pode traduzir-se em casamentos improváveis».
Já em matéria de transportes, a extinção da RAVE - que vai transferir todas as competências para a Refer - e da empresa responsável pelo aeroporto de Beja e pelo novo aeroporto, as reservas da JS «são inexistentes».