Governo propõe plafonamento parcial e voluntário nas pensões

08-05-2014
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Governo propõe plafonamento parcial e voluntário nas pensões

Inês David Bastos e Marta Moitinho Oliveira

12:47

Portas revelou hoje que Conselho de Ministros aprovou orientações para reforma do Estado e apontou as 10 mudanças com a saída da 'troika'.

O Governo vai propor o "plafonamento parcial e voluntário nas contribuições" feitas pelos trabalhadores para a formação das pensões no âmbito da reforma do Estado.

O anúncio foi feito hoje pelo vice-primeiro-ministro após o Conselho de Ministros que fez o balanço dos três anos do programa de ajustamento e aprovou, entre outras medidas, o documento com orientações finais para a reforma do Estado. Portas reconheceu que estas orientações alteram o guião inicial que o próprio apresentou o ano passado.

Na sua intervenção, o vice-primeiro-ministro adiantou que o documento inclui uma tabela de tarefas que o Governo terá de cumprir nos próximos anos, avisando que a reforma "ultrapassa a legislatura". Esta tabela de 120 medidas tem responsabilidades atribuídas e um calendário fixado, que o governante não concretizou para já.

No que toca aos objectivos da reforma do Estado, Portas adiantou que o Governo quer reduzir em pelo menos um terço dos procedimentos necessários nas relações entre as empresas e o Estado. Paulo Portas fez ainda um balanço político do que muda com a saída da troika de Portugal no próximo dia 17 de Maio, tendo considerado que os três anos de ajustamento foram "uma situação humilhante" que termina nesse dia.

O vice-primeiro-ministro apontou 10 grandes mudanças. Entre estas, disse, está a mudança de palavra. Se nestes três anos a palavra mais falada foi "cortes", a partir de 17 de Maio, prometeu, será "recuperação". Mas as mudanças, segundo Portas, não se ficam por aqui. O Estado ganha liberdade para fazer as suas leis sem ter de negociar com credores, no pós-troika será possível consensualizar reformas, quando antes "eram impostas" e termina o ambiente depressivo, foram algumas das anunciadas.

Governo propõe plafonamento parcial e voluntário nas pensões

Inês David Bastos e Marta Moitinho Oliveira

12:47

Portas revelou hoje que Conselho de Ministros aprovou orientações para reforma do Estado e apontou as 10 mudanças com a saída da 'troika'.

O Governo vai propor o "plafonamento parcial e voluntário nas contribuições" feitas pelos trabalhadores para a formação das pensões no âmbito da reforma do Estado.

O anúncio foi feito hoje pelo vice-primeiro-ministro após o Conselho de Ministros que fez o balanço dos três anos do programa de ajustamento e aprovou, entre outras medidas, o documento com orientações finais para a reforma do Estado. Portas reconheceu que estas orientações alteram o guião inicial que o próprio apresentou o ano passado.

Na sua intervenção, o vice-primeiro-ministro adiantou que o documento inclui uma tabela de tarefas que o Governo terá de cumprir nos próximos anos, avisando que a reforma "ultrapassa a legislatura". Esta tabela de 120 medidas tem responsabilidades atribuídas e um calendário fixado, que o governante não concretizou para já.

No que toca aos objectivos da reforma do Estado, Portas adiantou que o Governo quer reduzir em pelo menos um terço dos procedimentos necessários nas relações entre as empresas e o Estado. Paulo Portas fez ainda um balanço político do que muda com a saída da troika de Portugal no próximo dia 17 de Maio, tendo considerado que os três anos de ajustamento foram "uma situação humilhante" que termina nesse dia.

O vice-primeiro-ministro apontou 10 grandes mudanças. Entre estas, disse, está a mudança de palavra. Se nestes três anos a palavra mais falada foi "cortes", a partir de 17 de Maio, prometeu, será "recuperação". Mas as mudanças, segundo Portas, não se ficam por aqui. O Estado ganha liberdade para fazer as suas leis sem ter de negociar com credores, no pós-troika será possível consensualizar reformas, quando antes "eram impostas" e termina o ambiente depressivo, foram algumas das anunciadas.

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