Pórtico de portagem na Via do Infante incendiado e destruído a tiro

21-01-2012
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O ataque destrutivo do sistema de leitura de matrículas ocorreu cerca das 2h20, numa altura em que é muito reduzido o número de veículos a circular. Por coincidência, foi durante este fim-de-semana que as autoridades policiais – PSP, GNR e SEF - desenvolveram uma acção especial na luta contra a criminalidade, desde os bares da rua do crime em Faro até acções de fiscalização na Via do Infante.

Os técnicos da Estradas de Portugal estão a avaliar os estragos e tentar repor os danos causados no pórtico, não sendo ainda previsível a data para a reentrada em funcionamento do sistema.

O líder da Comissão de Utentes da Via do Infante, João Vasconcelos, por seu lado, repudiou o acto que considera “criminoso e lesivo dos interesses dos cidadãos”, mas enfatiza o apelo ao “boicote” às portagens através da não utilização da A22. “Não apoiamos os actos de violência, essa não é a nossa forma de acção”, sublinhou. O que está a suceder, acrescentou, é que as pessoas estão “mesmo a boicotar a A22, usando como via alternativa a Estrada Nacional (EN) 125, que está um caos”.

O ataque destrutivo do sistema de leitura de matrículas ocorreu cerca das 2h20, numa altura em que é muito reduzido o número de veículos a circular. Por coincidência, foi durante este fim-de-semana que as autoridades policiais – PSP, GNR e SEF - desenvolveram uma acção especial na luta contra a criminalidade, desde os bares da rua do crime em Faro até acções de fiscalização na Via do Infante.

Os técnicos da Estradas de Portugal estão a avaliar os estragos e tentar repor os danos causados no pórtico, não sendo ainda previsível a data para a reentrada em funcionamento do sistema.

O líder da Comissão de Utentes da Via do Infante, João Vasconcelos, por seu lado, repudiou o acto que considera “criminoso e lesivo dos interesses dos cidadãos”, mas enfatiza o apelo ao “boicote” às portagens através da não utilização da A22. “Não apoiamos os actos de violência, essa não é a nossa forma de acção”, sublinhou. O que está a suceder, acrescentou, é que as pessoas estão “mesmo a boicotar a A22, usando como via alternativa a Estrada Nacional (EN) 125, que está um caos”.

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