Embora ache que não é tão bom como "Ray of Light", "Music" ou "American Life", "Confessions on a Dance Floor", o mais recente álbum de Madonna, é ainda assim estranhamente viciante e resistente a múltiplas audições, já que me tem acompanhado em loop constante ao longo da semana. Sim, pode não trazer nada de novo, voltando a insistir num french touch que já tinha dominado parte de "Music", mas pelo menos é pop muitíssimo eficaz e contagiante, coisa que se faz pouco hoje em dia. Além disso, a "Hung Up" é das raras canções decentes que se ouvem nas estações de metro. Mal empregada, no meio de Ritas Guerras (brrr... spooky), Xutinhos (the pain!! the horror!!!) e afins...Parece-me que o disco ainda vai continuar a ser, durante algum tempo, o tema dominante de discussões no messenger com O Emissor e ahelenadetroia (cuja opinião está bem próxima da minha). A rainha (da pop) não está morta, viva a rainha!
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Embora ache que não é tão bom como "Ray of Light", "Music" ou "American Life", "Confessions on a Dance Floor", o mais recente álbum de Madonna, é ainda assim estranhamente viciante e resistente a múltiplas audições, já que me tem acompanhado em loop constante ao longo da semana. Sim, pode não trazer nada de novo, voltando a insistir num french touch que já tinha dominado parte de "Music", mas pelo menos é pop muitíssimo eficaz e contagiante, coisa que se faz pouco hoje em dia. Além disso, a "Hung Up" é das raras canções decentes que se ouvem nas estações de metro. Mal empregada, no meio de Ritas Guerras (brrr... spooky), Xutinhos (the pain!! the horror!!!) e afins...Parece-me que o disco ainda vai continuar a ser, durante algum tempo, o tema dominante de discussões no messenger com O Emissor e ahelenadetroia (cuja opinião está bem próxima da minha). A rainha (da pop) não está morta, viva a rainha!