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21-09-2011
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A posição dos socialistas foi assumida na Assembleia da República pela vice-presidente da bancada, Odete João, considerando que muitos docentes foram prejudicados e enganados pela informação disponibilizada, concorrendo a horários mensais em vez de anuais."Há professores que estão irremediavelmente prejudicados e espero que accionem os mecanismos legais no sentido da responsabilização do Ministério da Educação. O Ministério da Educação está a descartar a responsabilidade para as escolas, quando sabe perfeitamente que isso não é verdade", declarou a dirigente do Grupo Parlamentar do PS.Odete João considerou que este caso configura "um embuste político, porque muitos docentes, ao concorreram para horários até ao final do ano, têm na plataforma informática que são horários mensais"."Esses professores foram enganados sobre a informação que lhes foi disponibilizada, gerando uma grande burocracia nas escolas, que estão a ser inundadas por telefonemas de professores a perguntarem se os seus horários são para um mês ou para o ano todo. Esta situação está a prejudicar a atividade docente, cria uma nova categoria de precários na atividade, gera instabilidade nas escolas e prejudica os alunos", frisou a deputada socialista.Segundo a vice-presidente da bancada do PS, a partir de agora, a solução "é voltar" ao sistema antigo "em que se explicitava o fim dos contratos - situação que deve estar plasmada na plataforma informática a que os professores acedem"."Assim, as escolas podem dizer com rigor aquilo a que vão no concurso de professores. Neste momento há um prejuízo para milhares de professores, porque, confiando na informação do Ministério da Educação, não optaram por concursos que são para o ano todo", acentuou a deputada. Ainda de acordo com Odete João, este caso tem também subjacente "uma medida absolutamente economicista do Governo, já que está a descartar professores no final do ano lectivo.

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A posição dos socialistas foi assumida na Assembleia da República pela vice-presidente da bancada, Odete João, considerando que muitos docentes foram prejudicados e enganados pela informação disponibilizada, concorrendo a horários mensais em vez de anuais."Há professores que estão irremediavelmente prejudicados e espero que accionem os mecanismos legais no sentido da responsabilização do Ministério da Educação. O Ministério da Educação está a descartar a responsabilidade para as escolas, quando sabe perfeitamente que isso não é verdade", declarou a dirigente do Grupo Parlamentar do PS.Odete João considerou que este caso configura "um embuste político, porque muitos docentes, ao concorreram para horários até ao final do ano, têm na plataforma informática que são horários mensais"."Esses professores foram enganados sobre a informação que lhes foi disponibilizada, gerando uma grande burocracia nas escolas, que estão a ser inundadas por telefonemas de professores a perguntarem se os seus horários são para um mês ou para o ano todo. Esta situação está a prejudicar a atividade docente, cria uma nova categoria de precários na atividade, gera instabilidade nas escolas e prejudica os alunos", frisou a deputada socialista.Segundo a vice-presidente da bancada do PS, a partir de agora, a solução "é voltar" ao sistema antigo "em que se explicitava o fim dos contratos - situação que deve estar plasmada na plataforma informática a que os professores acedem"."Assim, as escolas podem dizer com rigor aquilo a que vão no concurso de professores. Neste momento há um prejuízo para milhares de professores, porque, confiando na informação do Ministério da Educação, não optaram por concursos que são para o ano todo", acentuou a deputada. Ainda de acordo com Odete João, este caso tem também subjacente "uma medida absolutamente economicista do Governo, já que está a descartar professores no final do ano lectivo.

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