PS questiona “equidade e palavra de Passos Coelho”

08-03-2012
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Carlos Zorrinho, líder parlamentar dos socialistas, quer que o chefe do Governo esclareça o “duplo pagamento”, afirmando que as contradições reveladas no episódio mostravam “claramente que [o primeiro-ministro] não dominava o assunto” quando se referiu à operação durante o debate e, por conseguinte, estava “em causa a equidade e a palavra de Passos Coelho”.

“Os portugueses fizeram um sacrifício pagando as portagens em Agosto e o Governo decidiu, contra um parecer das Estradas de Portugal, fazer o duplo pagamento”, acusou.

Daí que, adiantou Zorrinho, o grupo parlamentar vá solicitar a “vinda urgente” secretário de Estado dos Transportes – que assinou o despacho da transferência- para “explicar tecnicamente porque não seguiu a orientação das Estradas de Portugal que beneficiava o Estado português”.

O dirigente socialista usou ainda o episódio para o apresentar como exemplo da forma como o Governo era forte com os fracos e fraco com os fortes. Um executivo que aceita que se “pague o que se tiver de pagar para quem é forte”, resumiu Zorrinho.

Carlos Zorrinho, líder parlamentar dos socialistas, quer que o chefe do Governo esclareça o “duplo pagamento”, afirmando que as contradições reveladas no episódio mostravam “claramente que [o primeiro-ministro] não dominava o assunto” quando se referiu à operação durante o debate e, por conseguinte, estava “em causa a equidade e a palavra de Passos Coelho”.

“Os portugueses fizeram um sacrifício pagando as portagens em Agosto e o Governo decidiu, contra um parecer das Estradas de Portugal, fazer o duplo pagamento”, acusou.

Daí que, adiantou Zorrinho, o grupo parlamentar vá solicitar a “vinda urgente” secretário de Estado dos Transportes – que assinou o despacho da transferência- para “explicar tecnicamente porque não seguiu a orientação das Estradas de Portugal que beneficiava o Estado português”.

O dirigente socialista usou ainda o episódio para o apresentar como exemplo da forma como o Governo era forte com os fracos e fraco com os fortes. Um executivo que aceita que se “pague o que se tiver de pagar para quem é forte”, resumiu Zorrinho.

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