A inauguração, repleta de pessoas, contou com uma pequena orquestra tradicional do Médio Oriente e com uma exposição fotográfica de crianças de Nova Iorque com diferentes etnias. Na assistências estavam algumas pessoas que perderam familiares e amigos nos atentados de há dez anos.
Apesar de a abertura do Park51 ter decorrido sem incidentes, o responsável pelo projecto do centro islâmico, Sharif El-Gamal, citado pela Al Arabiya News, admitiu que fizeram “erros incríveis”, ao não terem incluído as famílias das vítimas das Torres Gémeas neste projecto do qual faz parte uma mesquita.
De todas as formas, o responsável explicou à AFP que o centro estará aberto a todas as pessoas e que inclui um memorial relacionado com os atentados, que espera que contribua para apaziguar algumas “campanhas contra os muçulmanos” que começaram depois do 11 de Setembro de 2001.
Da mesma forma, Sharif El-Gamal informou que o centro islâmico não será centrado na religião, pelo que oferecerá outros serviços sociais e recreativos, relacionados com saúde e educação.
No ano passado milhares de pessoas manifestaram-se numa marcha em Nova Iorque, por ocasião do nono aniversário do 11 de Setembro, contra a construção deste centro cultural a dois quarteirões do Ground Zero. Mas o edifício acabou por abrir, sem incidentes.
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A inauguração, repleta de pessoas, contou com uma pequena orquestra tradicional do Médio Oriente e com uma exposição fotográfica de crianças de Nova Iorque com diferentes etnias. Na assistências estavam algumas pessoas que perderam familiares e amigos nos atentados de há dez anos.
Apesar de a abertura do Park51 ter decorrido sem incidentes, o responsável pelo projecto do centro islâmico, Sharif El-Gamal, citado pela Al Arabiya News, admitiu que fizeram “erros incríveis”, ao não terem incluído as famílias das vítimas das Torres Gémeas neste projecto do qual faz parte uma mesquita.
De todas as formas, o responsável explicou à AFP que o centro estará aberto a todas as pessoas e que inclui um memorial relacionado com os atentados, que espera que contribua para apaziguar algumas “campanhas contra os muçulmanos” que começaram depois do 11 de Setembro de 2001.
Da mesma forma, Sharif El-Gamal informou que o centro islâmico não será centrado na religião, pelo que oferecerá outros serviços sociais e recreativos, relacionados com saúde e educação.
No ano passado milhares de pessoas manifestaram-se numa marcha em Nova Iorque, por ocasião do nono aniversário do 11 de Setembro, contra a construção deste centro cultural a dois quarteirões do Ground Zero. Mas o edifício acabou por abrir, sem incidentes.