PS: Mota Soares «finta» os portugueses

27-10-2012
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O PS fez as contas e estima que os cortes nas prestações sociais já ultrapassam os mil milhões de euros e acusou o ministro da Solidariedade e da Segurança Social de ser «um jogador de palavras», tentando «fintar» os portugueses.

A posição foi assumida pelo deputado socialista Nuno Sá, em declarações aos jornalistas a meio da reunião do Grupo Parlamentar do PS.

«Numa altura em que o Orçamento do Estado para 2013 está na Assembleia da República para ser discutido de forma séria e responsável, verifica-se que o Governo tem sido ele próprio um fator de instabilidade. O Governo primeiro apresenta propostas, mas depois retira-as por baixo de mesa, como foi o caso dos cortes nas prestações sociais, designadamente nos subsídios de desemprego de montante mais baixo», advogou Nuno Sá.

Segundo o deputado do PS, «é inadmissível» a atuação política do ministro da Solidariedade e da Segurança Social, «que tem muita dificuldade em lidar com a realidade e com a verdade» e que se tem revelado «um jogador de palavras, recorrendo a sucessivas fintas para tentar iludir os portugueses», cita a Lusa.

«Na quarta-feira, o senhor ministro Mota Soares disse que os beneficiários do subsídio de desemprego não pagam impostos. Para o PS, estas afirmações são inaceitáveis, porque o Governo lançou impostos sobre quem recebe subsídio de desemprego, mais concretamente de seis por cento», contrapôs Nuno Sá.

Também de acordo com Nuno Sá, além do caso dos subsídios de desemprego, o Governo «lançou impostos sobre o subsídio de doença com uma taxa de cinco por cento, sobre os beneficiários do rendimento social de inserção, que passarão a pagar mais seis por cento, e ainda sobre os idosos que beneficiam do complemento solidário, que pagarão mais 2,25 por cento».

«Estamos perante uma carga brutal de impostos sobre quem recebe prestações sociais. É ainda preciso dizer que o memorando da troika, celebrado em maio de 2011, previa cortes na despesa com prestações sociais na ordem dos 350 milhões de euros, mas o senhor ministro Mota Soares, só no ano passado, já foi muito além desse montante», sustentou o deputado PS.

Nuno Sá estimou que o Governo se prepara agora para cortar nas pensões acima dos 1350 euros, devendo arrecadar só nesta rubrica cerca de 450 milhões de euros.

«A verdade é que o memorando previa 350 milhões de euros de cortes na despesa e o ministro Mota Soares já fez neste momento 1042 milhões de euros na despesa. Não era preciso lançar esta carga fiscal sobre aqueles que beneficiam das prestações sociais», acrescentou à Lusa.

O PS fez as contas e estima que os cortes nas prestações sociais já ultrapassam os mil milhões de euros e acusou o ministro da Solidariedade e da Segurança Social de ser «um jogador de palavras», tentando «fintar» os portugueses.

A posição foi assumida pelo deputado socialista Nuno Sá, em declarações aos jornalistas a meio da reunião do Grupo Parlamentar do PS.

«Numa altura em que o Orçamento do Estado para 2013 está na Assembleia da República para ser discutido de forma séria e responsável, verifica-se que o Governo tem sido ele próprio um fator de instabilidade. O Governo primeiro apresenta propostas, mas depois retira-as por baixo de mesa, como foi o caso dos cortes nas prestações sociais, designadamente nos subsídios de desemprego de montante mais baixo», advogou Nuno Sá.

Segundo o deputado do PS, «é inadmissível» a atuação política do ministro da Solidariedade e da Segurança Social, «que tem muita dificuldade em lidar com a realidade e com a verdade» e que se tem revelado «um jogador de palavras, recorrendo a sucessivas fintas para tentar iludir os portugueses», cita a Lusa.

«Na quarta-feira, o senhor ministro Mota Soares disse que os beneficiários do subsídio de desemprego não pagam impostos. Para o PS, estas afirmações são inaceitáveis, porque o Governo lançou impostos sobre quem recebe subsídio de desemprego, mais concretamente de seis por cento», contrapôs Nuno Sá.

Também de acordo com Nuno Sá, além do caso dos subsídios de desemprego, o Governo «lançou impostos sobre o subsídio de doença com uma taxa de cinco por cento, sobre os beneficiários do rendimento social de inserção, que passarão a pagar mais seis por cento, e ainda sobre os idosos que beneficiam do complemento solidário, que pagarão mais 2,25 por cento».

«Estamos perante uma carga brutal de impostos sobre quem recebe prestações sociais. É ainda preciso dizer que o memorando da troika, celebrado em maio de 2011, previa cortes na despesa com prestações sociais na ordem dos 350 milhões de euros, mas o senhor ministro Mota Soares, só no ano passado, já foi muito além desse montante», sustentou o deputado PS.

Nuno Sá estimou que o Governo se prepara agora para cortar nas pensões acima dos 1350 euros, devendo arrecadar só nesta rubrica cerca de 450 milhões de euros.

«A verdade é que o memorando previa 350 milhões de euros de cortes na despesa e o ministro Mota Soares já fez neste momento 1042 milhões de euros na despesa. Não era preciso lançar esta carga fiscal sobre aqueles que beneficiam das prestações sociais», acrescentou à Lusa.

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