Quatro países da linha dura europeia da austeridade – Áustria, Suécia, Dinamarca e Países Baixos – trabalham em conjunto para apresentar uma proposta alternativa ao plano franco-alemão de ajuda à reconstrução da economia da União Europeia, arrasada pela crise da pandemia da Covid-19, avança a espanhola Europa Press.
Estes países recusam liminarmente instrumentos que mutualizem a dívida e são contra as ajudas europeias em forma de subsídios a fundo perdido sem que os países mais afetados façam ajustamentos em troca. Também são contra um aumento das contribuições nacionais para o orçamento comunitário.
A proposta da chanceler alemã Angela Merkel e do presidente francês Emmanuel Macron assenta num Fundo de Recuperação para financiar a fundo perdido a retoma no valor de 500 mil milhões de euros. O primeiro-ministro, António Costa, considerou o plano franco-alemão “uma excelente proposta”.
Por apresentar ainda está a proposta da Comissão Europeia, presidida por Ursula von der Leyen, que, além de outras vertentes, poderia incluir o plano franco-alemão de apoios a fundo perdido.
O apoio aprovado até agora resume-se ao plano do Eurogrupo no montante até 540 mil milhões de euros a que os países poderão recorrer na forma de empréstimos por parte do Mecanismo Europeu de Estabilidade e Banco Europeu de Investimento.
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Quatro países da linha dura europeia da austeridade – Áustria, Suécia, Dinamarca e Países Baixos – trabalham em conjunto para apresentar uma proposta alternativa ao plano franco-alemão de ajuda à reconstrução da economia da União Europeia, arrasada pela crise da pandemia da Covid-19, avança a espanhola Europa Press.
Estes países recusam liminarmente instrumentos que mutualizem a dívida e são contra as ajudas europeias em forma de subsídios a fundo perdido sem que os países mais afetados façam ajustamentos em troca. Também são contra um aumento das contribuições nacionais para o orçamento comunitário.
A proposta da chanceler alemã Angela Merkel e do presidente francês Emmanuel Macron assenta num Fundo de Recuperação para financiar a fundo perdido a retoma no valor de 500 mil milhões de euros. O primeiro-ministro, António Costa, considerou o plano franco-alemão “uma excelente proposta”.
Por apresentar ainda está a proposta da Comissão Europeia, presidida por Ursula von der Leyen, que, além de outras vertentes, poderia incluir o plano franco-alemão de apoios a fundo perdido.
O apoio aprovado até agora resume-se ao plano do Eurogrupo no montante até 540 mil milhões de euros a que os países poderão recorrer na forma de empréstimos por parte do Mecanismo Europeu de Estabilidade e Banco Europeu de Investimento.