Federação dos Transportes e Comunicações alega que os serviços mínimos decretados pelo tribunal arbitral inviabilizam o direito à greve.
A greve do Metropolitano de Lisboa agendada para amanhã, dia 15, foi suspensa. A decisão foi anunciada hoje em conferência de imprensa e surge depois de o Tribunal Arbitral do Conselho Económico e Social (CES) ter determinado a realização de serviços mínimos.
"Até esta altura já estão notificados cerca de 100% dos trabalhadores que estariam de serviço amanhã no posto de comando central, no posto de comando de energia, inspectores de extracção, inspectores de movimento, operadores comerciais - são as pessoas que têm de abrir as estações - e no que diz respeito aos maquinistas já representam cerca de 50%", explicou Anabela Carvalheira, da Fectrans.
Diz a sindicalista que perante este cenário, os trabalhadores do metro "viram-se impossibilitados de fazer greve". "A jurisprudência sempre considerou que serviços mínimos põem em causa a segurança dos trabalhadores e dos passageiros e tiram o direito à greve", tendo os sindicatos decidido assim "transformar o dia de greve em dia de luto" e realizar um plenário onde todos vão estar reunidos para desenharem uma estratégia comum.
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Federação dos Transportes e Comunicações alega que os serviços mínimos decretados pelo tribunal arbitral inviabilizam o direito à greve.
A greve do Metropolitano de Lisboa agendada para amanhã, dia 15, foi suspensa. A decisão foi anunciada hoje em conferência de imprensa e surge depois de o Tribunal Arbitral do Conselho Económico e Social (CES) ter determinado a realização de serviços mínimos.
"Até esta altura já estão notificados cerca de 100% dos trabalhadores que estariam de serviço amanhã no posto de comando central, no posto de comando de energia, inspectores de extracção, inspectores de movimento, operadores comerciais - são as pessoas que têm de abrir as estações - e no que diz respeito aos maquinistas já representam cerca de 50%", explicou Anabela Carvalheira, da Fectrans.
Diz a sindicalista que perante este cenário, os trabalhadores do metro "viram-se impossibilitados de fazer greve". "A jurisprudência sempre considerou que serviços mínimos põem em causa a segurança dos trabalhadores e dos passageiros e tiram o direito à greve", tendo os sindicatos decidido assim "transformar o dia de greve em dia de luto" e realizar um plenário onde todos vão estar reunidos para desenharem uma estratégia comum.