PS diz que há "vasto consenso" interno sobre PEC
Económico com Lusa
24 Mar 2010
O líder parlamentar do PS afirmou ontem que a reunião da bancada socialista com o ministro das Finanças terminou com um "vasto consenso" sobre PEC, adiantando que o documento está fechado.
"Foi uma reunião muito participada e muito esclarecedora, mas em que houve um vasto consenso no grupo parlamentar do PS sobre a necessidade de aprovar [quinta-feira a resolução] sobre o PEC, dando assim um sinal claro de que a Assembleia da República se reconhece neste programa", afirmou Francisco Assis aos jornalistas após três horas de reunião com Teixeira dos Santos, que se recusou a prestar quaisquer declarações.
Na reunião da bancada socialista da semana passada, vários deputados criticaram medidas do PEC em relação às prestações sociais, políticas fiscais e às privatizações - assuntos com que Teixeira dos Santos também foi confrontado.
Interrogado sobre se continuam a existir deputados do PS com inquietações e preocupações em relação ao PEC, Assis deu a seguinte resposta: "as inquietações acompanham-nos, caso contrário não seríamos socialistas".
"Havia sobre o PEC alguma discussão a travar e essa discussão travou-se. Este PEC é exigente e rigoroso, mas ao mesmo tempo, quando se pedem esforços aos portugueses, esses esforços são distribuídos da forma mais equitativa possível", sustentou.
Questionado sobre se o Governo ainda admite alterações às suas propostas de PEC, Francisco Assis respondeu que "não vai haver" nenhuma mudança, sublinhando que o documento do Governo "já acolhe sugestões e preocupações de outros partidos
políticos".
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PS diz que há "vasto consenso" interno sobre PEC
Económico com Lusa
24 Mar 2010
O líder parlamentar do PS afirmou ontem que a reunião da bancada socialista com o ministro das Finanças terminou com um "vasto consenso" sobre PEC, adiantando que o documento está fechado.
"Foi uma reunião muito participada e muito esclarecedora, mas em que houve um vasto consenso no grupo parlamentar do PS sobre a necessidade de aprovar [quinta-feira a resolução] sobre o PEC, dando assim um sinal claro de que a Assembleia da República se reconhece neste programa", afirmou Francisco Assis aos jornalistas após três horas de reunião com Teixeira dos Santos, que se recusou a prestar quaisquer declarações.
Na reunião da bancada socialista da semana passada, vários deputados criticaram medidas do PEC em relação às prestações sociais, políticas fiscais e às privatizações - assuntos com que Teixeira dos Santos também foi confrontado.
Interrogado sobre se continuam a existir deputados do PS com inquietações e preocupações em relação ao PEC, Assis deu a seguinte resposta: "as inquietações acompanham-nos, caso contrário não seríamos socialistas".
"Havia sobre o PEC alguma discussão a travar e essa discussão travou-se. Este PEC é exigente e rigoroso, mas ao mesmo tempo, quando se pedem esforços aos portugueses, esses esforços são distribuídos da forma mais equitativa possível", sustentou.
Questionado sobre se o Governo ainda admite alterações às suas propostas de PEC, Francisco Assis respondeu que "não vai haver" nenhuma mudança, sublinhando que o documento do Governo "já acolhe sugestões e preocupações de outros partidos
políticos".