Morgan Stanley chumba Sonae e elogia Jerónimo Martins

10-10-2014
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Morgan Stanley chumba Sonae e elogia Jerónimo Martins

Luís Leitão

06 Set 2010

O banco norte-americano confere uma recomendação de ‘equal-weight' para os títulos da Jerónimo Martins e de ‘underweight' para a Sonae.

O Morgan Stanley iniciou hoje a cobertura dos títulos da Jerónimo Martins e da Sonae com recomendações distintas.

Para os títulos da Jerónimo Martins, a equipa de analistas liderada Fred Bjelland atribui um preço-alvo de 9 euros e uma recomendação de ‘equal-weight', que confere um potencial de valorização teórico de 1,1%, face ao preço de fecho de hoje.

Para as acções da empresa de Paulo Azevedo a recomendação é de ‘underweight' com um ‘target' de 82 cêntimos, atribuindo assim um potencial de desvalorização teórico de quase 7%.

"A Sonae SGPS é uma organização bem gerida. Contudo, acreditamos que enfrenta uma intensa combinação de forças macro/fiscal e negativas tendências sócio-demográficas nos próximos anos", escrevem os profissionais do banco norte-americano.

De acordo com a análise da equipa de Bjelland, "será pouco provável que até 2012 o valor económico criado pela expansão do retalho fora de Portugal impulsione o preço da acção".

Sobre a companhia de Alexandre Soares dos Santos, numa nota de ‘research' intitulada de "Jerónimo Martins: não mais uma pedra escondida", Bjelland refere que "as duas principais divisões [negócios em Portugal e na Polónia] gozam de uma vantagem competitiva significativa e que o grupo oferece uma das melhores visibilidades ao nível da geração de lucros da indústria do retalho alimentar".

No entanto, o Morgan Stanley salienta que os múltiplos de avaliação atingiram o pico e, por isso, "pensamos que a história accionista está bem explícita no preço pelo mercado".

Ao nível dos maiores riscos que a Jerónimo Martins enfrenta, Bjelland salienta que os perigos estão na expansão do Lidl e/ou do Aldi na Polónia e na depreciação do sloty face ao euro.

Nota: o investidor deve consultar esta nota de ‘research' integralmente, solicitando-o à casa de investimento que o realizou.

Acompanhe todas as notícias:

Morgan Stanley chumba Sonae e elogia Jerónimo Martins

Luís Leitão

06 Set 2010

O banco norte-americano confere uma recomendação de ‘equal-weight' para os títulos da Jerónimo Martins e de ‘underweight' para a Sonae.

O Morgan Stanley iniciou hoje a cobertura dos títulos da Jerónimo Martins e da Sonae com recomendações distintas.

Para os títulos da Jerónimo Martins, a equipa de analistas liderada Fred Bjelland atribui um preço-alvo de 9 euros e uma recomendação de ‘equal-weight', que confere um potencial de valorização teórico de 1,1%, face ao preço de fecho de hoje.

Para as acções da empresa de Paulo Azevedo a recomendação é de ‘underweight' com um ‘target' de 82 cêntimos, atribuindo assim um potencial de desvalorização teórico de quase 7%.

"A Sonae SGPS é uma organização bem gerida. Contudo, acreditamos que enfrenta uma intensa combinação de forças macro/fiscal e negativas tendências sócio-demográficas nos próximos anos", escrevem os profissionais do banco norte-americano.

De acordo com a análise da equipa de Bjelland, "será pouco provável que até 2012 o valor económico criado pela expansão do retalho fora de Portugal impulsione o preço da acção".

Sobre a companhia de Alexandre Soares dos Santos, numa nota de ‘research' intitulada de "Jerónimo Martins: não mais uma pedra escondida", Bjelland refere que "as duas principais divisões [negócios em Portugal e na Polónia] gozam de uma vantagem competitiva significativa e que o grupo oferece uma das melhores visibilidades ao nível da geração de lucros da indústria do retalho alimentar".

No entanto, o Morgan Stanley salienta que os múltiplos de avaliação atingiram o pico e, por isso, "pensamos que a história accionista está bem explícita no preço pelo mercado".

Ao nível dos maiores riscos que a Jerónimo Martins enfrenta, Bjelland salienta que os perigos estão na expansão do Lidl e/ou do Aldi na Polónia e na depreciação do sloty face ao euro.

Nota: o investidor deve consultar esta nota de ‘research' integralmente, solicitando-o à casa de investimento que o realizou.

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