O responsável afirmou que, além dos campos de golfe, a actividade do alojamento também vai ser afectada. “Vai levar ao encerramento de inúmeras unidades hoteleiras” no Algarve, disse, no 37º Congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT).
Tendo em conta que existem, actualmente, 80 campos no país (37 dos quais na região algarvia), o sector poderá assistir ao encerramento de sete unidades naquela zona, se 20% do total fechar as portas.
Diogo Gaspar Ferreira lançou duras críticas ao Governo pela decisão de aumentar a carga fiscal para o sector. “Vai ser um drama o que vai acontecer ao Algarve”, disse, acrescentando que a reunião “vai transformar-se naquilo que era há 20 anos. Um destino de mar”.
“Lamento imenso esta decisão, mas vamos ter de viver com isso. Só não podemos, nem devemos ficar calados”, sublinhou. O presidente do CNIG criticou ainda a frase do ministro dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, que, na sessão de abertura do congresso, afirmou que “quem joga golfe não deixará de vir a Portugal” por causa do aumento do IVA. “Quando uma pessoa não sabe, deve falar com quem sabe”, respondeu Diogo Gaspar Ferreira.
O IVA foi aumentado pelo anterior Governo, tendo passado da taxa mínima (6%) para a máxima (23%). No entanto, o sector decidiu combater esta decisão, não aplicando a subida por considerar que a sua actividade não deve ser equiparada à das empresa ligadas à prática despotiva.
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O responsável afirmou que, além dos campos de golfe, a actividade do alojamento também vai ser afectada. “Vai levar ao encerramento de inúmeras unidades hoteleiras” no Algarve, disse, no 37º Congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT).
Tendo em conta que existem, actualmente, 80 campos no país (37 dos quais na região algarvia), o sector poderá assistir ao encerramento de sete unidades naquela zona, se 20% do total fechar as portas.
Diogo Gaspar Ferreira lançou duras críticas ao Governo pela decisão de aumentar a carga fiscal para o sector. “Vai ser um drama o que vai acontecer ao Algarve”, disse, acrescentando que a reunião “vai transformar-se naquilo que era há 20 anos. Um destino de mar”.
“Lamento imenso esta decisão, mas vamos ter de viver com isso. Só não podemos, nem devemos ficar calados”, sublinhou. O presidente do CNIG criticou ainda a frase do ministro dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, que, na sessão de abertura do congresso, afirmou que “quem joga golfe não deixará de vir a Portugal” por causa do aumento do IVA. “Quando uma pessoa não sabe, deve falar com quem sabe”, respondeu Diogo Gaspar Ferreira.
O IVA foi aumentado pelo anterior Governo, tendo passado da taxa mínima (6%) para a máxima (23%). No entanto, o sector decidiu combater esta decisão, não aplicando a subida por considerar que a sua actividade não deve ser equiparada à das empresa ligadas à prática despotiva.