Facturação da Semapa cresceu 3,5%

01-11-2013
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A empresa liderada por Pedro Queiroz Pereira teve um crescimento de 3,5%, nos primeiros nove meses do ano, face ao mesmo período do ano passado.

A facturação da Semapa nos primeiros nove meses deste ano atingiu um montante de 1.493,7 milhões de euros, o que representou um crescimento de 3,5% face ao período homólogo de 2012.

Este crescimento do volume de negócios da ‘holding' de Pedro Queiroz Pereira entre Janeiro e Setembro deste ano foi sustentada pela facturação da participada Portucel, que cresceu 2,5%, para 1.137,2 milhões de euros.

Já a outra área de negócios do grupo, os cimentos, representada pela Secil, registou uma quebra de facturação de 7,6%, para 334,8 milhões de euros.

Também no ambiente, a terceira área de negócios do grupo, a Semapa registou uma quebra de facturação de 15,6%,l para 21,7 milhões de euros.

O EBITA total da Semapa nos primeiros nove meses do ano ascendeu a um valor de 313,8 milhões de euros, o que representou uma quebra de 9,9% face ao período homólogo do ano passado.

O EBITDA recorrente também caiu, mas apenas 2,6%, para 313,1 milhões de euros.

A Semapa fechou os três primeiros trimestres de 2013 com um resultado líquido de 69,6 milhões de euros, o quer traduziu uma quebra de 37% face ao período homólogo do ano transacto.

A referida redução do EBITDA; o acréscimo das amortizações e perdas por imparidades (no valor de 2,2 milhões de euros); a reversão das provisões nos valor de 0,2 milhões contra os 4,4 milhões de euros em idêntico período do ano anterior); o agravamento de 26,3 milhões de euros dos resultados financeiros face ao período homólogo; e a diminuição de impostos de 22,6 milhões de euros são os factores apontados pela administração da Semapa para esta quebra dos lucros.

A empresa liderada por Pedro Queiroz Pereira teve um crescimento de 3,5%, nos primeiros nove meses do ano, face ao mesmo período do ano passado.

A facturação da Semapa nos primeiros nove meses deste ano atingiu um montante de 1.493,7 milhões de euros, o que representou um crescimento de 3,5% face ao período homólogo de 2012.

Este crescimento do volume de negócios da ‘holding' de Pedro Queiroz Pereira entre Janeiro e Setembro deste ano foi sustentada pela facturação da participada Portucel, que cresceu 2,5%, para 1.137,2 milhões de euros.

Já a outra área de negócios do grupo, os cimentos, representada pela Secil, registou uma quebra de facturação de 7,6%, para 334,8 milhões de euros.

Também no ambiente, a terceira área de negócios do grupo, a Semapa registou uma quebra de facturação de 15,6%,l para 21,7 milhões de euros.

O EBITA total da Semapa nos primeiros nove meses do ano ascendeu a um valor de 313,8 milhões de euros, o que representou uma quebra de 9,9% face ao período homólogo do ano passado.

O EBITDA recorrente também caiu, mas apenas 2,6%, para 313,1 milhões de euros.

A Semapa fechou os três primeiros trimestres de 2013 com um resultado líquido de 69,6 milhões de euros, o quer traduziu uma quebra de 37% face ao período homólogo do ano transacto.

A referida redução do EBITDA; o acréscimo das amortizações e perdas por imparidades (no valor de 2,2 milhões de euros); a reversão das provisões nos valor de 0,2 milhões contra os 4,4 milhões de euros em idêntico período do ano anterior); o agravamento de 26,3 milhões de euros dos resultados financeiros face ao período homólogo; e a diminuição de impostos de 22,6 milhões de euros são os factores apontados pela administração da Semapa para esta quebra dos lucros.

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