Trabalhadores apresentam queixa-crime contra administração da Valadares

11-10-2015
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Economia Trabalhadores apresentam queixa-crime contra administração da Valadares 08.02.2012 às 12h53 333 Facebook Twitter Email Whatsapp Mais Google+ Linkedin Pinterest Link: Comissão de Trabalhadores da Cerâmica de Valadares entregou, hoje, na PSP de Gaia, uma queixa-crime contra a administração da empresa. Isabel Paulo (www.expresso.pt) Os mais de 100 trabalhadores que há 10 dias decidiram bloquear a circulação de viaturas de carga na Cerâmica de Valadares fizeram, hoje, uma participação à PSP, alegando prática ilegal de lock-out na produção da fábrica.Segundo Manuel Mota, membro da Comissão de Trabalhadores da empresa, a administração ordenou, ontem, uma paragem parcial dos fornos e outros serviços da fábrica por tempo indeterminado."Ontem, mandaram para casa 20 trabalhadores que estavam a laboral e nunca foram a favor da greve, ordem transmitida apenas verbalmente", refere Manuel Mota. Lock-out transmitido verbalmenteDe acordo com o trabalhador em greve desde segunda-feira da passada semana, os funcionários com a atividade suspensa não sabem por quanto tempo ficarão em casa, se estão de férias ou se terão direito a receber os dias em que estarão parados."Isto é uma prática claramente ilegal e por isso apresentamos queixa", afirma Manuel Neto, acrescentando que já foi pedida uma reunião urgente com a administração para esclarecer a situação.Tal como previram os trabalhadores na passada semana, a Cerâmica de Valadares ainda não pagou nenhum dos vencimentos em atraso, após ter prometido liquidar o referente ao mês de dezembro, sexta-feira, dia dia 3.Para Fátima Messias, da Federação dos Sindicatos de Cerâmica, o lock-out imposto pela empresa constitui "uma clara violação do artº 57 da Cosntituição".  Palavras-chave queixa-crime Cerâmica de Valadares greve PSP Facebook Twitter Email Whatsapp Mais Google+ Linkedin Pinterest Link:

Economia Trabalhadores apresentam queixa-crime contra administração da Valadares 08.02.2012 às 12h53 333 Facebook Twitter Email Whatsapp Mais Google+ Linkedin Pinterest Link: Comissão de Trabalhadores da Cerâmica de Valadares entregou, hoje, na PSP de Gaia, uma queixa-crime contra a administração da empresa. Isabel Paulo (www.expresso.pt) Os mais de 100 trabalhadores que há 10 dias decidiram bloquear a circulação de viaturas de carga na Cerâmica de Valadares fizeram, hoje, uma participação à PSP, alegando prática ilegal de lock-out na produção da fábrica.Segundo Manuel Mota, membro da Comissão de Trabalhadores da empresa, a administração ordenou, ontem, uma paragem parcial dos fornos e outros serviços da fábrica por tempo indeterminado."Ontem, mandaram para casa 20 trabalhadores que estavam a laboral e nunca foram a favor da greve, ordem transmitida apenas verbalmente", refere Manuel Mota. Lock-out transmitido verbalmenteDe acordo com o trabalhador em greve desde segunda-feira da passada semana, os funcionários com a atividade suspensa não sabem por quanto tempo ficarão em casa, se estão de férias ou se terão direito a receber os dias em que estarão parados."Isto é uma prática claramente ilegal e por isso apresentamos queixa", afirma Manuel Neto, acrescentando que já foi pedida uma reunião urgente com a administração para esclarecer a situação.Tal como previram os trabalhadores na passada semana, a Cerâmica de Valadares ainda não pagou nenhum dos vencimentos em atraso, após ter prometido liquidar o referente ao mês de dezembro, sexta-feira, dia dia 3.Para Fátima Messias, da Federação dos Sindicatos de Cerâmica, o lock-out imposto pela empresa constitui "uma clara violação do artº 57 da Cosntituição".  Palavras-chave queixa-crime Cerâmica de Valadares greve PSP Facebook Twitter Email Whatsapp Mais Google+ Linkedin Pinterest Link:

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