O Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL) revela que mais de 90% dos monitores das actividades extra-curriculares estão a recibos verdes, mesmo com horário fixo e programas pedagógicos definidos. Um levantamento realizado pelo sindicato revela que apenas 6% dos monitores das Actividades de Enriquecimento Curricular têm contrato a termo e só 1% tem vínculo sem termo. (DD)Esta é uma ilegalidade inadmissível, da inteira responsabilidade daquele Governo que apregoa o combate à precariedade. Com o regime aplicável previsto no novo Código do Trabalho, o “castigo” de 5% de agravamento na taxa social única a pagar pelas entidades patronais, o Estado, o empregador que mais usa falsos recibos verdes, desembolsa e arrecada em simultâneo esses 5%. Para falsos recibos verdes, falso combate à precariedade. Parece-me que até tem uma certa lógica. A deste Governo.
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O Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL) revela que mais de 90% dos monitores das actividades extra-curriculares estão a recibos verdes, mesmo com horário fixo e programas pedagógicos definidos. Um levantamento realizado pelo sindicato revela que apenas 6% dos monitores das Actividades de Enriquecimento Curricular têm contrato a termo e só 1% tem vínculo sem termo. (DD)Esta é uma ilegalidade inadmissível, da inteira responsabilidade daquele Governo que apregoa o combate à precariedade. Com o regime aplicável previsto no novo Código do Trabalho, o “castigo” de 5% de agravamento na taxa social única a pagar pelas entidades patronais, o Estado, o empregador que mais usa falsos recibos verdes, desembolsa e arrecada em simultâneo esses 5%. Para falsos recibos verdes, falso combate à precariedade. Parece-me que até tem uma certa lógica. A deste Governo.