PSD: “O perdão da dívida grega não é solução para Portugal”

20-10-2011
marcar artigo

Depois de uma hora de reunião com o primeiro-ministro, em São Bento, no âmbito das audiências com os partidos para a cimeira europeia da próxima semana, Moreira da Silva defendeu que Portugal dispõe neste momento de capacidade para fazer face aos compromissos assumidos com as instâncias internacionais. “Com este Orçamento do Estado, Portugal pode cumprir as metas”, justificou.

O social-democrata recusou-se a comentar as declarações esta quarta-feira proferidas por Cavaco Silva, que defendeu que os cortes nos subsídios de férias e de Natal aos funcionários públicos e pensionistas “violam o princípio da equidade fiscal”.

CDS-PP: "um perdão da dívida é um fim de linha trágico"

Depois do PSD, foi a vez da comitiva do CDS ser recebida em São Bento. À saida, o vice-presidente centrista, Nuno Melo, reforçou que "um perdão da dívida é um fim de linha trágico", que afecta a capacidade de um país se financiar junto de outros estados e dos mercados. E insistiu na ideia que a situação portuguesa é diferente da grega.

O CDS-PP também não quis comentar as declarações de Cavaco, mas Nuno Melo disse que reflectem "preocupações que são de todos", o que "não invalida um caminho que tem que ser precorrido e que não se consegue sem medidas de austeridade".

Enfrentar a crise da dívida europeia e relançar uma agenda para a economia e para o emprego foram os temas dos encontros com Pedro Passos Coelho, com a tónica na preocupação face à situação grega.

Na comitiva do PSD, além de Moreira da Silva, estiveram presentes o líder parlamentar social-democrata, Luís Montenegro, e o secretário-geral do partido, Matos Rosa. Da parte do CDS-PP, Nuno Melo fez-se acompanhar do líder parlamentar, Nuno Magalhães.

Notícia actualizada às 12h21

Depois de uma hora de reunião com o primeiro-ministro, em São Bento, no âmbito das audiências com os partidos para a cimeira europeia da próxima semana, Moreira da Silva defendeu que Portugal dispõe neste momento de capacidade para fazer face aos compromissos assumidos com as instâncias internacionais. “Com este Orçamento do Estado, Portugal pode cumprir as metas”, justificou.

O social-democrata recusou-se a comentar as declarações esta quarta-feira proferidas por Cavaco Silva, que defendeu que os cortes nos subsídios de férias e de Natal aos funcionários públicos e pensionistas “violam o princípio da equidade fiscal”.

CDS-PP: "um perdão da dívida é um fim de linha trágico"

Depois do PSD, foi a vez da comitiva do CDS ser recebida em São Bento. À saida, o vice-presidente centrista, Nuno Melo, reforçou que "um perdão da dívida é um fim de linha trágico", que afecta a capacidade de um país se financiar junto de outros estados e dos mercados. E insistiu na ideia que a situação portuguesa é diferente da grega.

O CDS-PP também não quis comentar as declarações de Cavaco, mas Nuno Melo disse que reflectem "preocupações que são de todos", o que "não invalida um caminho que tem que ser precorrido e que não se consegue sem medidas de austeridade".

Enfrentar a crise da dívida europeia e relançar uma agenda para a economia e para o emprego foram os temas dos encontros com Pedro Passos Coelho, com a tónica na preocupação face à situação grega.

Na comitiva do PSD, além de Moreira da Silva, estiveram presentes o líder parlamentar social-democrata, Luís Montenegro, e o secretário-geral do partido, Matos Rosa. Da parte do CDS-PP, Nuno Melo fez-se acompanhar do líder parlamentar, Nuno Magalhães.

Notícia actualizada às 12h21

marcar artigo