PSD acusa Estradas de Portugal de ser “braço armado” do PS

08-03-2012
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“Tenho ouvido a Estradas de Portugal (EP) na comissão parlamentar de Economia e é pena que tenha participado neste jogo político ao fazer esta confusão. Há um problema legal, mas não vai haver nenhum duplo pagamento, os contribuintes não pagam nem mais um cêntimo e tenho pena que a EP continue a ser um braço armado do anterior governo socialista”, disse aos jornalistas Luís Menezes, no final da reunião da bancada parlamentar do PSD .

O deputado acusou ainda a oposição, designadamente o PS, de fazer “chafurdice política” com esta questão da Lusoponte. Sublinhando que “não há duplo pagamento” e que os contribuintes não vão pagar dinheiro a mais, Luís Menezes afirmou que “há um problema legal e que “não se pode fazer ajuste de contas sem a base legal necessária”.

O deputado aproveitou para acusar o PS de ter deixado uma herança de “contratos armadilhados, impossíveis de mudar”.

“Tenho ouvido a Estradas de Portugal (EP) na comissão parlamentar de Economia e é pena que tenha participado neste jogo político ao fazer esta confusão. Há um problema legal, mas não vai haver nenhum duplo pagamento, os contribuintes não pagam nem mais um cêntimo e tenho pena que a EP continue a ser um braço armado do anterior governo socialista”, disse aos jornalistas Luís Menezes, no final da reunião da bancada parlamentar do PSD .

O deputado acusou ainda a oposição, designadamente o PS, de fazer “chafurdice política” com esta questão da Lusoponte. Sublinhando que “não há duplo pagamento” e que os contribuintes não vão pagar dinheiro a mais, Luís Menezes afirmou que “há um problema legal e que “não se pode fazer ajuste de contas sem a base legal necessária”.

O deputado aproveitou para acusar o PS de ter deixado uma herança de “contratos armadilhados, impossíveis de mudar”.

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